Quarta-feira, 8 de Outubro de 2014
23º Peditório da AMI arranca amanhã em todo o país

 

Inserido na campanha SOS Família, sob o lema “Sobreviver não é maneira de viver”, a AMI realiza a partir de amanhã e até ao próximo domingo, o 23º peditório.

 

Centenas de colaboradores e voluntários da AMI vão apelar à solidariedade dos portugueses, com o objetivo de angariar fundos para as famílias mais carenciadas apoiadas pela AMI em Portugal.

 

A ação social da AMI prevê, até ao final deste ano, apoiar um total de 25.500 pessoas, entre o acompanhamento direto prestado pelos equipamentos e respostas sociais (8398 pessoas apoiadas no primeiro semestre) e a distribuição alimentar realizada através do Fundo Europeu de Auxílio a Carenciados. Em média, os equipamentos sociais da AMI apoiaram todos os meses 3.474 pessoas, entre as quais 278 novos casos de pobreza.

 

A AMI relembra ainda que o Peditório realiza-se na rua e em espaços comerciais por voluntários credenciados, não sendo permitidos quaisquer pedidos “porta a porta”.

 

Existe a possibilidade doar através do Multibanco: Transferências> Ser Solidário> AMI e online em www.loja.ami.org.pt.


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Sexta-feira, 3 de Outubro de 2014
II Conferência AMI/Global Compact Network Portugal: "Uma Economia Verde num Mundo Azul"

 

Um tema central para Portugal e para o Mundo.” Foi assim que Fernando Nobre, presidente da Fundação AMI, começou por justificar a realização da segunda Conferência AMI/Global Compact Network Portugal.

O auditório Almada Negreiros, no Porto de Lisboa, foi o palco para a reflexão que juntou políticos, académicos, empresários e organizações da sociedade civil para debater a proteção ambiental, mas também novas soluções tecnológicas e projectos que possam desenvolver-se no mar.

Com uma vista privilegiada sobre o Rio Tejo, Fernando Nobre, na abertura da Conferência, referiu que a história de Portugal está indelevelmente relacionada com o mar e que, nas últimas décadas, não dedicámos a atenção que devíamos ao nosso mar, preferindo apostar em outros investimentos não-reprodutivos.  

O segundo orador foi o ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia, Jorge Moreira da Silva. Felicitando a Fundação AMI pela iniciativa, reforçou a centralidade desta temática, sustentando que a aposta no crescimento verde é um importante pilar económico, assistindo-se a sinais de agravamento ambiental mundial e a uma pressão demográfica crescente, sobretudo nos países em desenvolvimento. No caso concreto de Portugal, confrontamo-nos com o problema estrutural da perda de água e com uma dependência energética do exterior que ainda ronda os 71,5%.

Jorge Moreira da Silva explicou que este é um domínio em que Portugal possui talentos, infra-estruturas e experiência, devendo ser um desígnio nacional que vá para além das divergências entre partidos políticos e correntes ideológicas. Reafirmou ainda que esta é uma das áreas em que a estabilidade das políticas públicas é mais necessária.

Antes da “mesa-redonda” ter início, foi a vez de Helena Vieira tomar a palavra. Professora convidada na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, Helena Vieira aludiu à plataforma continental Portuguesa, a maior da Europa e uma das maiores do Mundo. Apresentou igualmente alguns dados estatísticos relevantes: 2,5% do PIB português está relacionado com o Mar e, aproximadamente, 2% do emprego no nosso país gira em torno deste setor.

Pretendendo a Conferência reflectir sobre os novos paradigmas ambientais, que tocam não só as energias renováveis e o potencial económico dos oceanos (em particular da plataforma continental portuguesa), assim como as diversas sinergias e boas práticas emergentes entre Estados, sociedade civil e tecido empresarial, houve lugar também para um debate.

Os vários participantes deixaram ideias importantes do que já se faz e do que se deve fazer nos tempos vindouros. Aldino Santos Campos, responsável da estrutura de missão para a extensão da plataforma continental, salientou a importância de criar condições que levem as pessoas a trabalhar no mar, uma vez que esta actividade não se traduz em resultados visíveis no curto e médio prazo. Luís Gato, professor regente da cadeira de Energias Renováveis no Instituto Superior Técnico, defendeu o desenvolvimento da criatividade, logo ao nível do ensino básico e secundário (na esteira da tradição anglo-saxónica). Nuno Sequeira, Presidente da Quercus, recuperou uma ideia que já havia sido transmitida pelo ministro Jorge Moreira da Silva: é imperioso nas áreas do ambiente e do mar manter uma perenidade de políticas, que vá para além dos ciclos governativos.

Destaque também mereceu a apresentação de uma boa prática ambiental relacionada com o tema. Da vontade de alterar percepções, atitudes e acções relativamente à poluição, nasceu a Ocean Sole Foundation. Foi posta de pé, no Quénia, pela bióloga marinha Julie Church, que veio a Lisboa apresentar o seu projeto, uma solução simples que resolveu um problema ambiental nas praias daquele país. A ideia inovadora de reciclar o plástico e a borracha que poluem as praias, tornou-se o sustento de populações muito pobres do litoral do Quénia que recolhem o lixo e aproveitam alguns materiais para fazer peças de decoração (sobretudo, representações de animais africanos) de várias dimensões que já são exportadas.

No término da segunda Conferência AMI/Global Compact Network Portugal, houve ainda lugar para dois interlocutores do UN Global Compact tomaram a palavra. A nível nacional, Mário Parra da Silva, responsável máximo desde 2009 e também presidente da Associação Portuguesa de Ética Empresarial, referiu que a rede em Portugal conta já com 70 participantes. Visando uma ligação mais profunda entre “ação” e “critério de ação”, Mário Parra da Silva salientou que o UN Global Compact procura tornar “as empresas, sujeito e não objecto” e “que o sector empresarial tem que participar numa solução holística, global”. Sobre a escolha do tema “uma economia verde num mundo azul”, justificou-a com as alterações climáticas já vividas, que colocam em causa a sustentabilidade do actual modelo de desenvolvimento. A nível internacional, Steve Kenzie, representante da Global Compact Network do Reino Unido e Deputy Chair do Local Networks Advisory Group do UN Global Compact, explanou a arquitetura, os princípios e a acção levada a cabo por esta rede das Nações Unidas.

No final de uma proveitosa manhã de debate, saiu claramente reforçada a ideia, nas palavras da secretária-geral da Fundação AMI Luísa Nemésio, que “o mar não é só pesca e turismo, é muito mais do que isso”.

 

 



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Quinta-feira, 2 de Outubro de 2014
3ª edição do Saco Solidário

Começa hoje a terceira edição da campanha Saco Solidário, realizada pela AMI em parceria com a Kelly Services. O objetivo é angariar, junto dos parceiros e colaboradores desta empresa, o máximo de donativos em bens alimentares e de higiene que encham 3000 sacos solidários que a AMI distribuirá pelos seus beneficiários. No ano passado, esta iniciativa permitiu angariar 6435 kg de bens e ajudar 7455 beneficiários da AMI.

 

 

 



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Quarta-feira, 24 de Setembro de 2014
II Conferência AMI/Global Compact Network Portugal

 

O Ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia, Jorge Moreira da Silva, preside à sessão de abertura da Conferência “Uma economia verde num mundo azul”, esta sexta-feira de manhã, em Lisboa, organizada pela Fundação AMI em parceria com a Global Compact Network Portugal.

Esta iniciativa pretende refletir sobre os novos paradigmas ambientais, que tocam não só as energias renováveis e o potencial económico dos oceanos (em particular da plataforma continental portuguesa), como também as diversas sinergias e boas práticas emergentes entre Estados, sociedade civil e tecido empresarial.

A conferência conta ainda com a participação de Fernando Nobre, Presidente da Fundação AMI e Professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, Helena Vieira, Marine Biotech Expert e professora convidada da FCUL, Aldino Santos Campos, responsável da estrutura de missão para a extensão da plataforma continental; Luís Gato, professor regente da cadeira de Energias Renováveis no Instituto Superior Técnico, Nuno Lacasta, Presidente da Agência Portuguesa do Ambiente, Nuno Sequeira, Presidente da Quercus, Julie Church, Fundadora da Ocean Sole, Mário Parra da Silva, network representative da Global Compact Network Portugal, e Steve Kenzie, representante da Global Compact Network do Reino Unido e Deputy Chair do Local Networks Advisory Group do UN Global Compact.

O tema da conferência surge na sequência do relatório “Uma Economia Verde num Mundo Azul”, publicado em 2012 pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, que realça as potencialidades sociais e económicas dos ecossistemas marinhos, na medida em que se considera que a saúde ecológica desses ecossistemas pode ser aperfeiçoada através da produção de energias renováveis, da promoção do ecoturismo, de uma pesca sustentável, da utilização de transportes de eficiência energética e da regulação de fertilizantes.

O relatório defende, ainda, que essas medidas podem ajudar a aumentar a produtividade económica dos países e a satisfazer as necessidades do presente sem comprometer as necessidades das gerações futuras. Isto, numa altura em que Portugal aguarda a decisão da ONU sobre a sua proposta de alargamento da área sob jurisdição das 200 milhas marítimas (correspondente à atual Zona Económica Exclusiva), para uma área de 2.100.000 km2, podendo estender a jurisdição nacional a caminho dos 4.000.000 km2, cerca de 40 vezes a sua área terrestre.

A conferência “Uma economia verde num mundo azul” decorre esta sexta-feira, dia 26, às 09h00 no auditório Almada Negreiros, nas Docas de Alcântara.



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Quinta-feira, 18 de Setembro de 2014
AMI distribui material escolar a mais de 3600 crianças

Pelo sexto ano consecutivo, a AMI responde a uma das maiores dificuldades das famílias portuguesas mais carenciadas neste reinício de ano escolar, distribuindo mochilas com material às mais de 3600 crianças e jovens que apoia nos seus equipamentos sociais.

 

 

Nos últimos dias de agosto, os supermercados Jumbo/Auchan desenvolveram a Campanha Solidariedade Escolar a Dobrar em parceria com a AMI, convidando os clientes desta rede de supermercados a adquirir vales de material escolar com vista à constituição de mochilas devidamente apetrechadas.

A explicação para os excelentes resultados alcançados está sem dúvida na postura de verdadeira responsabilidade social da empresa que fornece o dobro do material correspondente ao valor doado pelos clientes, tendo sido assim possível reunir mais de 150 mil euros em material escolar. Um valor que permitiu construir 3658 mochilas completamente equipadas, de blocos a marcadores, passando por canetas, réguas ou compassos.

 

Para todo este trabalho de montagem, foram mobilizados centenas de voluntários da AMI e Auchan num espaço solicitado ao Estado Maior General das Forças Armadas e cedido pelo Regimento de Transportes do Exército Português, em Lisboa.

Desde 2009, ano de arranque da campanha, esta iniciativa já permitiu angariar mais de 650 mil euros e constituir 17.984 kits de material escolar.



publicado por AMI às 09:52
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Segunda-feira, 21 de Julho de 2014
Balanço de 10 anos pós Tsunami no Sri Lanka

No dia 26 de dezembro de 2004, vários sismos seguidos de Tsunami ocorreram no sudeste asiático, com um efeito devastador em 11 países do Oceano Índico, causando centenas de milhares de mortos, desaparecidos, deslocados e sem abrigo.

O Sri Lanka foi um dos países mais afetados por esta tragédia, tendo o seu Governo declarado estado de emergência e lançado um pedido de auxílio internacional. No final de janeiro, contabilizavam-se cerca de 300.000 mortos em todo o sudeste asiático, 40.000 destes no Sri Lanka. Neste país, registaram-se ainda quase 5.700 desaparecidos, 15.200 feridos e 41.300 famílias (cerca de 168.000 pessoas) alojadas em campos de deslocados.

Rapidamente, a AMI decidiu intervir no Sri Lanka, não só porque foi um dos países mais afetados como também por ser um dos mais pobres.

Em 28 de dezembro de 2004 partiram para o terreno o Dr. Fernando Nobre, Presidente da AMI, e o Dr. José Luís Nobre, Administrador e Diretor do Departamento Logístico, com o objetivo de realizar uma missão exploratória para preparar a chegada da equipa expatriada.

No dia seguinte, 29 de dezembro, partiram 8 voluntários num avião fretado pela AMI, onde foram também enviadas 10 toneladas de alimentos, equipamentos e outros bens de ajuda humanitária.

Com a maior parte das estradas cortadas, a equipa exploratória procedeu ao aluguer de dois jeeps para transporte da equipa para Galle e Kalutara, cerca de 120 km a Sul de Colombo. Depois de um processo moroso de perto de 12 horas, as dez toneladas de bens de ajuda humanitária que a AMI enviou foram distribuídas aos deslocados a partir do dia seguinte ao desalfandegamento dos mesmos.

Instalada no Sul do Sri-Lanka, a equipa começou a operar em pleno, prestando apoio a campos de deslocados num raio de 30 km de Beruwala, em Sathgama.

Entretanto, em Portugal, foi impressionante a mobilização da sociedade civil (Amigos da AMI, entidades públicas e privadas) para ajudar no apoio às vítimas. Desde o dia 27 de dezembro de 2004 e durante as primeiras semanas de janeiro de 2005, não pararam de chegar chamadas telefónicas para a sede da AMI, de pessoas e empresas oferecendo ajuda financeira, donativos em espécie, apoio logístico, ajuda em serviços e voluntariado.

A AMI angariou 2.786.661,79€ até julho de 2005, um montante que permitiu manter uma equipa expatriada no Sri Lanka até janeiro de 2006. Esta generosidade levou a que, paralelamente à missão médico-sanitária de emergência fossem estabelecidos contactos para preparar projetos a médio e longo prazo de reabilitação de estruturas médicas e sociais, tendo permitido a ajuda da AMI manter-se por mais 10 anos através de projetos em parceria com organizações locais.

Mais informações sobre os projetos da AMI no Sri Lanka no link: http://www.ami.org.pt/default.asp?id=p1p7p28p135&l=1



publicado por AMI às 11:19
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Segunda-feira, 14 de Julho de 2014
Ana Sofia Fonseca (SIC) e Rita Colaço (Antena 1) dividem 1º Prémio

Já são conhecidos os vencedores da 16ª edição do Prémio AMI – Jornalismo Contra a Indiferença. São eles Ana Sofia Fonseca (SIC), com o trabalho “Tráfico de Pessoas: Os Novos Escravos” e Rita Colaço (Antena 1) com a reportagem “Os Filhos da Síria”.

 

A peça da jornalista da SIC, que contou com imagem de Paulo Cepa e edição de Luís Gonçalves, destacou-se pela riqueza do trabalho de investigação, pelos testemunhos pessoais variados e difíceis que conferem uma visão holística e uma imagem ímpar sobre este drama e pelo facto de agarrar a nossa atenção desde o primeiro minuto.

 

Já a reportagem de Rita Colaço impressionou o júri pela capacidade de nos colocar, pelo som e impacto dos testemunhos recolhidos, dentro de um drama às portas da Europa que continua a espalhar sofrimento.

 

O Júri do Prémio AMI – Jornalismo Contra a Indiferença, constituído pelos jornalistas vencedores do 1º Prémio da 15ª Edição, por uma Amiga da AMI e pelo Presidente da instituição, decidiu também distinguir com menções honrosas o trabalho ”Cemitério de Sonhos” da jornalista Rita Ramos (RTP), uma reportagem que aborda o que será, muito provavelmente, o maior desafio da Europa: a desadequação das políticas da UE aos fenómenos migratórios. Premiados foram também os trabalhos“SOS na Zona Pobre” de Paulo Moura (Público) e “Os Filhos do Vento: Em Busca do Pai Tuga” da jornalista Catarina Gomes, igualmente do jornal Público. A peça de Paulo Moura mostra-nos o labirinto da pobreza e o como é difícil quebrar o ciclo de miséria que tende a perpetuar-se de geração em geração. Finalmente, o trabalho de Catarina Gomes impressiona pela originalidade da sua abordagem e humanidade e sensibilidade e como quebra um tabu que permanece 40 anos depois do fim da Guerra Colonial.

 

A cerimónia de entrega dos prémios, presidida pelo jornalista José Manuel Barata-Feyo está marcada para amanhã, dia 15 de julho, às 11h00, no Auditório Microsoft (Parque das Nações).

 

Os jornalistas vencedores dividirão o montante de 15 mil euros, valor do 1º Prémio patrocinado pelo Banco BES. Todos os premiados receberão uma peça da autoria do escultor João Cutileiro e um diploma alusivo ao galardão.



publicado por AMI às 17:45
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Domingo, 25 de Maio de 2014
Dia de África: AMI alerta para problemas deste continente

No Dia de África, a AMI alerta para gravíssimos problemas que assolam este continente. O crescimento demográfico muito elevado (duplicação em 20 a 25 anos da população da África subsaariana), aliado a um contexto de pobreza agravada pelas alterações climáticas e de défice de educação, levam a fenómenos migratórios de dimensão impressionante e com desfechos geralmente trágicos. Condenados nos seus países de origem a uma vida de pobreza extrema, milhares de cidadãos, desfazem-se do pouco que têm aliciados pela promessa de uma vida melhor na Europa. A maior parte deles arrisca a sua vida através do deserto em longas viagens até a um falso paraíso e, uma vez chegados à Europa, aguarda-os a deportação, tornando-se alvos fáceis das redes extremistas já fortemente ativas na zona do Sahel. Importa pois insistir na criação de condições para investir na educação e no desenvolvimento, a única forma de fixar eficazmente as populações e criar-lhes condições para melhorar as suas vidas.

A AMI desenvolve numerosos projetos em África com estes objetivos, nomeadamente nas vertentes da educação, capacitação e autonomia em Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique, Burundi, Costa do Marfim, Gana, Senegal, Uganda, Ruanda e Zimbabué e, mais recentemente, no Chade e no Níger.

 

 



publicado por AMI às 10:00
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Terça-feira, 6 de Maio de 2014
Arranca dia 8 de maio o 22º Peditório da AMI

 

A partir de quinta-feira e até ao próximo domingo, a AMI realiza o 22º Peditório de Rua. São quatro dias e centenas de voluntários, amigos e colaboradores numa ação que visa angariar fundos este ano dirigidos às famílias que diariamente recorrem aos centros sociais da Fundação.

 

No ano passado, a AMI apoiou diretamente em 15.802 pessoas e destas, mais de mil fizeram-no por necessidades relacionadas com a dificuldade em cumprir os compromissos financeiros que contraíram com a sua habitação, levando-os a procurar a AMI para aliviar o orçamento e para a satisfação de necessidades básicas, nomeadamente alimentação. Em 2013, a AMI tentou minimizar este efeito, distribuindo mais de 620 toneladas alimentos a mais de 8500 famílias.

 

Este ano, os serviços sociais da Fundação AMI vão centrar os esforços na resposta às necessidades apresentadas pelas famílias portuguesas que procuram nos equipamentos da AMI cabazes alimentares, material escolar e apoio na procura de emprego.

 

Sob o lema “Antes que a casa de mais famílias seja a rua”, a AMI realiza o 22º peditório agradecendo a apoio da sociedade civil e relembrando que o mesmo se realiza na rua e em espaços públicos por voluntários devidamente credenciados.



publicado por AMI às 16:37
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Quarta-feira, 26 de Março de 2014
INE revela situação social preocupante

Para a AMI, segundo declarações do seu Presidente em reação ao estudo do INE conhecido nesta segunda-feira, os dados apresentados vêm confirmar  que estamos perante uma situação social altamente preocupante, sendo prioritário encontrar um equilíbrio entre a população ativa e os reformados.

 

Se aos dois indicadores mais importantes revelados, que apontam para um aumento acentuado do número de pessoas em risco de pobreza (17,9 para 18,7%) e para uma acentuada desigualdade na distribuição de rendimentos, acrescentarmos os dois milhões de pensionistas com reformas mensais inferiores a 360 euros e os dois terços de agregados familiares com rendimentos brutos anuais inferiores a 10.000, e ainda a queda preocupante da natalidade, há um sério risco de agravamento da pobreza em Portugal.

É por isso imprescindível apostar em políticas de apoio ao emprego e de incentivo à natalidade, sob pena de pôr em causa, a breve trecho e para as próximas gerações, a equidade nacional.



publicado por AMI às 16:53
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