Quarta-feira, 28 de Julho de 2010
AMIarte inaugura exposição "Juntos na Solidariedade"

A Galeria AMIarte, no Porto, inaugura amanhã, dia 29, a exposição "Juntos na Solidariedade". Trata-se de um conjunto de obras oferecidas à AMI por 19 artistas plásticos, revertendo as receitas da sua venda a favor da ONG portuguesa.

A mostra reúne óleos e acrílicos sobre tela de diversos tamanhos e técnicas, além de espatulados e serigrafias. As peças são assinadas por Rosa Pereira, Henrique do Vale, general Franco Charais, Odete Pinheiro, Cristina Troufa, Francisco Bernardo, Corine Thinon, Anabela Silva, Paulo Medeiros, Maria Sá, Daniela Fernandes, Stela Barreto, Damião Matos, Eduarda Ferreira, Alexandra Basto, Henrique Oliveira, Ivone Mafra, António Cunha e Matilde Costa.

A inauguração está marcada para a amanhã às 21.30 horas, na galeria da instituição, na Rua da Lomba, 153 e contará com um breve recital de guitarra a cargo do músico Victor Peixeiro.

A exposição estará patente até dia 15 de Setembro.


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Terça-feira, 27 de Julho de 2010
AMI no Festival Paredes de Coura

A AMI vai estar presente no Festival Paredes de Coura que se realiza de 28 a 31 de Julho. Na sequência de uma parceria com a organização,
todos os convidados contribuirão com 10 Euros em bens alimentares para ajudar cerca de 4.800 famílias desfavorecidas do distrito do Porto, sendo os produtos adquiridos no supermercado disponibilizado no recinto do evento. O Presidente da AMI, Fernando Nobre, estará presente no segundo dia deste Festival para acompanhar pessoalmente a acção.



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Quinta-feira, 22 de Julho de 2010
DIA NELSON MANDELA - Campanha "Oferece 67 minutos de trabalho voluntário”

 

O ex-Presidente da África do Sul e Nobel da Paz, Nelson Mandela comemorou 92 anos no passado dia 18 de Julho. Pela primeira vez, assinalou-se nessa data o Dia Nelson Mandela, instituído pela ONU. Como forma de homenagear aquele que foi o primeiro Presidente negro da África do sul, milhares de pessoas em todo o mundo participaram em acções de voluntariado com a duração de 67 minutos, em que cada minuto corresponde a cada ano que Nelson Mandela dedicou à luta pela liberdade e igualdade entre homens e mulheres. A Fundação AMI, associou-se a este dia recebendo no Abrigo da Graça um grupo de diplomatas da Embaixada da África do Sul, que dedicaram os seus 67 minutos de trabalho voluntário à pintura da entrada do Abrigo.



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Domingo, 18 de Julho de 2010
Idosos vivem entre a pobreza e a solidão - DN 18/07/2010

http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/219144/madeira/219163-idosos-vivem-entre-a-pobreza-e-a-solidao

 



publicado por AMI às 09:07
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Segunda-feira, 12 de Julho de 2010
AMI permanece no Haiti

Já passaram 6 meses sobre o terramoto ocorrido a 12 de Janeiro na capital do Haiti e situação no terreno continua muito complicada. Para além do número trágico de mortos e feridos contabilizados e sobre os quais se centraram as atenções iniciais, surgiram, numa fase imediatamente posterior, novas preocupações, sendo uma das principais a definição do destino de toda a população afectada pelo terramoto. A destruição maciça de grande parte das habitações levou a que mais de 2 milhões de pessoas (um quarto da população total do país) ficasse desprovido de abrigo seguro e de meios de subsistência.
 


Os objectivos traçados pela Fundação AMI foram, desde o início, claros e dirigidos: avaliar com a maior rapidez possível a realidade no terreno de modo a delinear um projecto de intervenção articulado com as estratégias da comunidade internacional e das autoridades locais e permitir simultaneamente que a intervenção se iniciasse com a maior celeridade possível através do envio urgente de recursos humanos e logísticos.

Após a fase de primeira emergência, que teve uma duração de pouco mais de um mês, surgiu a fase de segunda emergência. Se na primeira, a ideia-chave era salvar vidas em perigo por influência imediata e directa da catástrofe, nesta segunda fase a preocupação central é estabilizar e conter os danos provocados pelo acontecimento.

Foi nesse contexto que a AMI estabeleceu com o Ministério da Administração Interna, através da Alta Autoridade para a Protecção Civil, um protocolo em que se comprometia a gerir o campo de deslocados (Parc Colofer), que a Missão do Governo Português montou no Haiti. Numa segunda fase, e já como o financiamento da Organização Internacional para as Migrações (OIM), a AMI passou a ocupar-se de mais dois: Henfrasa e o Palais de l’Art, sendo o primeiro um campo instalado e os restantes espontâneos. No seu conjunto, os três campos localizados em Porto Príncipe alojam um total de 10.000 vítimas do terramoto, forçadas à condição de deslocados internos.

Neste seu papel de Organização Coordenadora de Campos de Desalojados, a AMI apoiou-se fundamentalmente em dois pilares de acção. Por um lado, o trabalho directo com a população de deslocados. Por outro, procurar e assegurar a provisão de serviços dos vários sectores prioritários (saúde, água, alimentação, saneamento, etc.) junto do dos diferentes actores humanitários no terreno, colaborando activamente para isso com instituições como o Ministério do Interior do Haiti e diversas agências das Nações Unidas, como por exemplo, a Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (MINUSTAH).

Para além desta intervenção, e ainda no âmbito do projecto de coordenação de campos de deslocados, a AMI conta com uma equipa de dois enfermeiros voluntários locais e onze activistas comunitários seleccionados entre a população de deslocados, para a realização de actividades de sensibilização para a correcta utilização e manutenção das estruturas criadas nos campos e que trazem entre vários benefícios, os indispensáveis ganhos em saúde. Até ao momento, já foram realizadas 15 sessões de sensibilização nos campos de deslocados, incidindo principalmente sobre os temas de higiene pessoal e comunitária e prevenção das infecções sexualmente transmissíveis. Mais de 3800 beneficiários foram abrangidos por esta iniciativa.

Outra área de intervenção prioritária para a AMI é a prestação de cuidados de saúde à população de deslocados. Desde o início da sua missão no Haiti, a AMI mantém em funcionamento uma clínica móvel com uma equipa de voluntários expatriados Médicos e Enfermeiros, bem como Enfermeiros locais, garantindo à população de deslocados e comunidades adjacentes aos campos o acesso a cuidados de saúde.

Até à data, mais de 1600 pessoas tiveram acesso a medicamentos e vacinas distribuídos pela AMI, tendo a equipa médica da AMI realizado mais de 3700 consultas e mais de meio milhar de actos de enfermagem.

Se até ao terramoto de 12 de Janeiro, a dura realidade no Haiti era desconhecida de muitos – é um dos mais pobres país do Hemisfério Ocidental, colocado em 149º no Índice de Desenvolvimento Humano onde são listados um total de 182 países –, actualmente muitos são os que despertaram para esta realidade, que se tornou entretanto, ainda mais preocupante.

De referir as condições de vida precárias em que as equipas da AMI tiverem que operar nestes 6 meses, alojadas em tendas expostas à intempérie. Ultimamente reportam-nos os problemas de segurança crescentes, à medida que o tempo passa e a instabilidade social se agrava.

A AMI vai, por isso, manter as suas intervenções com equipas expatriadas ao nível da clínica móvel e da gestão de campos, pelo menos, até ao final de 2011, altura em que será feita uma reavaliação das necessidades.

Em paralelo, a AMI vai continuar a apostar e a aumentar o apoio às organizações locais, através do financiamento de projectos que nos venham a ser submetidos nos próximos anos.

Estas várias intervenções no Haiti só têm sido possíveis graças ao generoso apoio da sociedade civil portuguesa, das empresas e de todos aqueles que se mobilizaram no sentido de apoiar as vítimas do sismo. Até final de Junho, a AMI angariou 1.165.693,61€.

Importantíssimo foi também o financiamento do Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento para a missão de primeira emergência e o co-financiamento da OIM para a primeira fase de gestão de campos. A AMI tem já orçamentado para aplicar no Haiti em 2010, um montante de 800.000 €.


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publicado por AMI às 15:49
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Segunda-feira, 5 de Julho de 2010
Aventura Solidária no DN

Reportagem sobre as Missões Aventura Solidária no Diário de Notícias de Domingo, 4 de Julho. Excertos disponíveis aqui.

 



publicado por AMI às 16:48
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Terça-feira, 29 de Junho de 2010
Reportagem SIC sobre 12º Prémio AMI Jornalismo Contra a Indiferença


publicado por AMI às 20:30
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12º Prémio AMI - Jornalismo Contra a Indiferença entregue hoje em Lisboa

 

A cerimónia de entrega do 12º Prémio AMI – Jornalismo Contra a Indiferença realiza-se hoje, terça-feira dia 29, às 15h00, no Auditório do Metro do Alto dos Moinhos. O galardão será entregue pelo Dr. Augusto Athayde, presidente do Conselho de Administração do BES/Açores. O evento contará ainda com a presença do Dr. Fernando Nobre, presidente e fundador da AMI.

 

A jornalista da SIC, Cândida Pinto, foi a vencedora desta edição do Prémio, com a reportagem “Eu e os Meus Irmãos”. O trabalho, com imagem de Jorge Pelicano e edição de Ricardo Tenreiro, aborda a problemática da SIDA em Moçambique através do dia-a-dia de crianças que perderam os pais devido a esta doença. Calcula-se que só neste país, existam cerca de 600 mil crianças órfãs, vítimas desta tragédia.

 

Outros quatro trabalhos foram distinguidos com menções honrosas. Guilhermina Sousa, da TSF, pela peça “À Mesa com a Crise”; Micael Pereira, do Expresso, pelo conjunto de reportagens intitulado “Afeganistão - Uma Guerra Cada Vez mais Nossa”; Miriam Alves, da SIC, com o trabalho “A Palavra Autismo Não Quer Dizer Nada” e finalmente Rita Colaço, da Antena 1, com “Uganda – Os Três Mosqueteiros de Bulenga.

 

O júri desta edição foi constituído pelos vencedores do ano passado, Ana Catarina Santos (TSF) e Maria Joana Ramalhão (RTP); o representante do Grupo BES (patrocinador), Dr. Augusto Athayde, o presidente da Fundação AMI e do Júri, Dr. Fernando Nobre e ainda um Amigo da AMI, D. Maria Celeste Fonseca.

 

O Prémio AMI – Jornalismo Contra a Indiferença destina-se a destacar os trabalhos jornalísticos que, pela sua excepcional qualidade, representem um testemunho e uma contribuição válida para que a indiferença não permita cobrir com um manto de silêncio situações intoleráveis, do ponto de vista humano, social, económico ou outro, em qualquer parte do mundo.

 

O valor do prémio a atribuir ao vencedor é de 15 mil euros, montante oferecido pelo patrocinador. Todos os premiados receberão uma peça de escultura da autoria do escultor João Cutileiro e um diploma alusivo ao galardão.



publicado por AMI às 10:58
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Quarta-feira, 23 de Junho de 2010
AMIarte inaugura exposição “4 Traços Solidários”

Armanda Passos, Góis Pinto, Isabel Saraiva e Noronha da Costa reúnem-se este sábado, dia 26, numa exposição solidária no Porto. Intitulada “4 Traços Solidários”, a mais recente proposta a inaugurar na AMIarte pretende apoiar a fundação de ajuda humanitária portuguesa. Parte da receita dos trabalhos reverterá assim a favor da AMI.

 

A inauguração está marcada para este Sábado às 16h00 e contará com um apontamento de jazz a cargo de Albano von Hammer (bateria/percussão) e Tiago Santos (guitarra).

 

A exposição estará patente na Galeria AMIarte, Rua da Lomba, nº 153, em Campanhã, até ao dia 23 de Julho, de segunda a sábado, das 15h  às 20h horas.


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publicado por AMI às 15:03
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Quinta-feira, 17 de Junho de 2010
Cândida Pinto vence Prémio AMI - Jornalismo Contra a Indiferença

A jornalista da SIC, Cândida Pinto é a vencedora da 12ª Edição do Prémio AMI Jornalismo Contra a Indiferença com a reportagem “Eu e os Meus Irmãos”. O trabalho documental com imagem de Jorge Pelicano e edição de Ricardo Tenreiro aborda a problemática dos órfãos de SIDA em Moçambique, um drama que afecta cerca de 600 mil crianças só neste país africano.

 

Destaque ainda para quatro menções honrosas. Guilhermina Sousa, da TSF, pelo registo “À Mesa com a Crise”; Micael Pereira, do Expresso, pelo conjunto de reportagens intitulado “Afeganistão - Uma Guerra Cada Vez mais Nossa”; Miriam Alves, da SIC, com a peça “A Palavra Autismo Não Quer Dizer Nada” e finalmente Rita Colaço, da Antena 1, com “Uganda – Os Três Mosqueteiros de Bulenga.

 

A atribuição do 12ª Prémio AMI Jornalismo Contra a Indiferença, no valor de 15 mil euros, está marcada para o próximo dia 29 de Junho, às 15h00, no Auditório do Metro do Alto dos Moinhos. O prémio será entregue pelo Dr. Augusto Ataíde, presidente do Conselho de Administração do BES/Açores. O júri desta edição foi constituído pelos vencedores do ano passado, Ana Catarina Santos/TSF e Maria Joana Ramalhão/RTP; o representante do Grupo BES (patrocinador), Dr. Augusto Ataíde; o presidente da Fundação AMI e do Júri, Dr. Fernando Nobre; e ainda um Amigo da AMI, D. Maria Celeste Fonseca.

 

O Prémio AMI – Jornalismo Contra a Indiferença destina-se a destacar um trabalho jornalístico que, pela sua excepcional qualidade, represente um testemunho e uma contribuição válida para que a indiferença dos poderes de opinião pública não permitam cobrir com um manto de silêncio situações intoleráveis, do ponto de vista humano, social, económico ou outro, em qualquer parte do mundo.

 

Veja aqui o documentário:

 

 

 



publicado por AMI às 08:44
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