Quarta-feira, 26 de Março de 2014
INE revela situação social preocupante

Para a AMI, segundo declarações do seu Presidente em reação ao estudo do INE conhecido nesta segunda-feira, os dados apresentados vêm confirmar  que estamos perante uma situação social altamente preocupante, sendo prioritário encontrar um equilíbrio entre a população ativa e os reformados.

 

Se aos dois indicadores mais importantes revelados, que apontam para um aumento acentuado do número de pessoas em risco de pobreza (17,9 para 18,7%) e para uma acentuada desigualdade na distribuição de rendimentos, acrescentarmos os dois milhões de pensionistas com reformas mensais inferiores a 360 euros e os dois terços de agregados familiares com rendimentos brutos anuais inferiores a 10.000, e ainda a queda preocupante da natalidade, há um sério risco de agravamento da pobreza em Portugal.

É por isso imprescindível apostar em políticas de apoio ao emprego e de incentivo à natalidade, sob pena de pôr em causa, a breve trecho e para as próximas gerações, a equidade nacional.



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Quarta-feira, 5 de Março de 2014
IRS: Portugueses doam mais de 9 milhões de euros

Na altura de entregar o IRS, existem cada vez mais portugueses a destinar 0,5% deste imposto a instituições sociais. No ano passado, 364 mil agregados (mais 56% que no ano anterior) doaram 9 milhões de euros a entidades de cariz social. Este valor, se todos os contribuintes optarem por fazer esta consignação, poderia atingir cerca de 58 milhões de euros. Por outro lado, o número de instituições autorizadas a receber a consignação também não cessa de aumentar, de 986 em 2012, passaram para 1.724 no ano passado.

 

A AMI foi a primeira instituição autorizada a receber a consignação de IRS em 2002. No ano passado, os portugueses doaram à AMI, 216 mil euros o que possibilitou a manutenção, durante um ano, de um equipamento social.

 

Para apoiar a AMI, consignando 0,5% do IRS, basta indicar na declaração, no quadro 9 do anexo H, o número de contribuinte da Fundação: 502 744 910.

 

A AMI agradece a generosidade e confiança de todos os portugueses que têm optado por esta importante forma de apoio.


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Segunda-feira, 24 de Fevereiro de 2014
Joana Arez apresenta “Palavras & Pianos”

A Galeria AMIarte abre a programação 2014 no dia 1 de março com a exposição “Palavras & Pianos” de Joana Arez. A inauguração terá lugar no sábado, às 16h30, e conta com a participação especial do pianista José Rito. A exposição permanecerá patente ao público até 5 de abril, podendo se visitada de terça-feira a sábado, entre as 15h00 e as 20h00, na Rua da Lomba, n.º 153-159, em Campanhã.

 

Na opinião do diretor artístico, Sandro Resende, o suporte pictórico que Joana Arez nos mostra “consiste num comportamento feito de reflexos, ou seja, são capacidades inatas em vez de aprendidas. Através da repetição consistente desses elementos é possível a criação pela criação. É nessa liberdade que aparece o traço, solto mas condicionado, rebelde mas preso”. Acrescentando que “não é inerente a um olhar fugaz e não se presta a leituras é um dedo que aponta, não para os outros, mas aponta para si mesmo. E é dessa crítica interior que surge aquilo a que chamamos uma poesia visual”.

 

Quem também se pronuncia sobre o trabalho que Joana Arez selecionou para expor na Galeria da Fundação AMI, no Porto, é Paulo Morais-Alexandre. Para o professor e investigador de Arte e Cinema, “de tudo ressalta a criatividade, a forma original que dá às obras que expõe e que vão muito além do mero impacto visual das suas caligrafias. Efetivamente, tal como disse H.E. Davey: ‘Assim como a escrita se pode tornar caligrafia quando é criativa, cheia de técnica e realizada conscientemente, também todas as atividades podem ser tornadas arte. Neste caso, estamos a refletir sobre a própria vida como uma afirmação artística – a arte de viver’”. Concluindo que “é disso que trata a obra de Joana Arez: de Viver.”

 

Nota biográfica


Joana Arez nasceu em Lisboa em 1970 e formou-se em Design Gráfico em 1991 – IADE_CREATIVE UNIVERSITY. O seu percurso profissional, desde sempre ligado à Publicidade e absolutamente orientado para a Direção de Arte e a Direção Criativa (e Executiva), passou pelas agências: Publicis / Directora Criativa Executiva (2008/2011); Saatchi&Saatchi / Directora Criativa Executiva (1998/2006); TBWA / Directora de Arte (1995/1998); McCann / Directora de Arte (1991/1995).
Em 2011, apoiada e incentivada por alguns entusiastas e outros entendidos/ conhecedores do mundo das artes, acredita e investe no seu trabalho, enquanto artista plástica e expõe, pela primeira vez, as suas obras em público. Enquanto, em simultâneo, aposta no seu próprio Espaço WORK.INK_ART’ Joana Arez, na Fortaleza da Cidadela de Cascais.


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Segunda-feira, 27 de Janeiro de 2014
AMI apoia estudantes em projetos solidários

Já são conhecidos os vencedores da 4ª edição do prémio Linka-te aos Outros. São eles:

- “Pintar Sonhos”, Agrupamento de Escolas da Lousã- Escola Secundária da Lousã, que visa proporcionar a crianças de famílias desfavorecidas, identificadas e beneficiárias da Associação Vida, a melhoria das suas condições de conforto, harmonia, estabilidade, através da decoração dos seus quartos;

- “Crescer Solidário”, Escola Básica 2, 3 Ferreira de Castro, Mem Martins, que propôs a realização de ações de  voluntariado com vista à angariação de bens para as famílias mais carenciadas do agrupamento de Escolas Ferreira de Castro e Centro de Dia desta localidade;

- “Melhorar a qualidade de vida visando uma maior integração na vida escolar”, Escola Secundária- 3º ciclo- Entroncamento, que pretende promover a melhoria da qualidade de vida de duas irmãs, alunas da escola e pertencentes a uma família carenciada, de forma a promover a inclusão e aumentar a motivação para os estudos;

- “Enlaça-me”, Colégio Miramar (Lagoa-Santo Isidoro), cujo principal objetivo é a criação de laços entre diferentes faixas etárias, promovendo a interação e a partilha de saberes e vivências, através de uma parceria com o Centro Social Paroquial Santo Isidoro;

-“A casa dos Sonhos”, Escola Básica Integrada da Quinta do Conde, projeto de reabilitação de uma Comunidade de Inserção “A CASA”, que tem capacidade para acolher 5 mulheres cuja situação social, familiar, financeira e/ou habitacional seja desfavorável.

 

Apoiado institucionalmente pelo Ministério da Educação, este concurso que a AMI lança todos os anos aos estudantes do ensino básico e secundário de todo o país, é um projeto de intervenção social no qual os jovens são os protagonistas. A ideia é apoiar soluções solidárias apresentadas e implementadas pelos estudantes, transformando-os em agentes ativos de mudança social junto das comunidades locais.

Os projetos vencedores são financiados pela AMI, sendo a iniciativa patrocinada pelo Banco Popular, garantindo-se assim a viabilidade e sustentabilidade dos mesmos. Importante é ainda o envolvimento da comunidade local, daí que 10% do orçamento tenha obrigatoriamente de ser angariado pelos proponentes junto de empresas, instituições ou comércio local.


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publicado por AMI às 17:57
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Quarta-feira, 22 de Janeiro de 2014
Estudo da AMI revela pobreza “otimista”

O estudo revela ainda o universo associativo vivenciado pelas pessoas em
situação de pobreza. Numa dimensão pessoal, as pessoas entrevistadas associaram
sentimentos de medo, tristeza e impotência, e numa dimensão social associaram a
solidariedade, injustiça e exclusão social como sentimentos dominantes.
A maioria das pessoas em situação de pobreza não se revê nessa realidade, identificando-se com uma classe social superior. Esta é uma das conclusões do estudo “A Vivência da Pobreza” apresentado hoje pela AMI na Auditório do Pavilhão do Conhecimento-Ciência Viva, em Lisboa.

 

No estudo realizado ao longo de 2012/2013 nos Centros Porta Amiga constatou que apesar de 88% dos entrevistados possuírem um rendimento “per capita” inferior a 421 euros, valor considerado como limiar da pobreza (48% muito pobre e 40% pobre), apenas 48% se auto-avaliam na situação de pobreza. A postura “otimista” entre a classe social real e a percecionada pelos próprios é ainda maior se projetarmos para um futuro a cinco anos. 60% imagina-se na classe média e média-baixa. Apenas 36% admite que daqui a cinco anos continuará a ser pobre ou muito pobre.

 

O estudo revela ainda o universo associativo vivenciado pelas pessoas em situação de pobreza. Numa dimensão pessoal, as pessoas entrevistadas associaram sentimentos de medo, tristeza e impotência, e numa dimensão social associaram a solidariedade, injustiça e exclusão social como sentimentos dominantes.



publicado por AMI às 17:31
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Segunda-feira, 13 de Janeiro de 2014
Candidaturas abertas ao Prémio AMI – Jornalismo Contra a Indiferença
As candidaturas para a 16ª edição do Prémio AMI – Jornalismo Contra a Indiferença 2013 encontram-se oficialmente abertas, terminando a 28 de Fevereiro o prazo para apresentação dos trabalhos.

Este prémio destina-se a destacar um trabalho jornalístico que, pela sua excecional qualidade, represente um testemunho e uma contribuição válida para que a indiferença dos poderes de opinião pública não permitam cobrir com um manto de silêncio situações intoleráveis, do ponto de vista humano, social, económico ou outro, em qualquer parte do mundo.

Podem concorrer a este prémio trabalhos jornalísticos de imprensa escrita, online, televisão, rádio e foto-reportagem cuja primeira publicação tenha tido lugar num órgão de comunicação social português durante o ano de 2013. Os trabalhos a concurso devem ser acompanhados de seis cópias ou reproduções, dados profissionais referentes ao seu autor e declaração do órgão de comunicação onde tenham sido publicados, comprovando a veracidade dos elementos referentes à publicação e data dos mesmos. O regulamento pode ser consultado no sítio da AMI na internet em www.ami.org.pt.

A 16ª edição do Prémio terá como júri os vencedores do ano passado, um representante da Fundação AMI, bem como um Amigo da AMI, detendo o representante da Fundação AMI, voto de qualidade. O júri poderá decidir pela não atribuição do Prémio, se entender que nenhuma das candidaturas o merece, ou decidir atribuí-lo “ex aequo” a mais do que um trabalho ou ainda decidir a atribuição de menções honrosas. Os resultados serão conhecidos no primeiro semestre de 2014.


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Quinta-feira, 9 de Janeiro de 2014
Projeto ambiental da AMI - SIC Notícias (08/01/2014)

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Quarta-feira, 8 de Janeiro de 2014
“Não estava à espera de encontrar tanta destruição”

De umas férias de sonho, num ambiente paradisíaco, para um cenário de destruição e catástrofe em apenas poucos dias. Sofia Costa, 28 anos, encontrava-se   juntamente com o seu companheiro Tiago Swart nas Filipinas no dia 8 de novembro, data em que o tufão Haiyan arrasou a ilha de Leyte, tirando a vida a mais 4 mil pessoas. As televisões locais alertaram para o potencial destruidor do tufão, apelando à população para tomar medidas de  precaução e segurança. “Fomos evacuados do hotel onde nos encontrávamos na ilha de Siargao para uma residência na montanha”, recorda Sofia Costa. O Haiyan atingiu, na ilha vizinha de Leyte, com máxima força, chegando ao grau 5, o mais elevado na escala de Saffir-Simpson.

 

 Passadas pouco mais de 48 horas, Sofia e Tiago foram destacados pela AMI para realizar uma missão exploratória na cidade mais   atingida pela catástrofe: Tacloban. Objetivo: recolher o máximo de informação possível sobre a situação real no terreno e estabelecer contacto com organizações locais para que a equipa de emergência da AMI iniciasse o mais   rápida e eficazmente possível a assistência humanitária à população. “Não estava à espera de encontrar tanta destruição”, confessa. “Do porto da ilha de Leyte ao centro de Tacloban são cerca de três horas de caminho. Durante esse trajeto, pude testemunhar um cenário de devastação total”. Na viagem até Tacloban, Sofia cruzou-se como as Irmãs da Caridade. Rapidamente estabeleceu contacto e, poucas horas depois, foi   visitar as instalações da congregação fundada por Madre Teresa de Calcutá. Um dos centros ficou sem teto.

 

A população apoiada nesta infraestrutura abrigava-se onde podia. Os voluntários da AMI iniciaram o primeiro auxílio com mantimentos adquiridos na ilha vizinha. “Levámos o que cabia na carrinha”, recorda. Alimentos e medicamentos, bens de  primeira necessidade. “Nos primeiros dois dias em Tacloban não tivemos tempo para dormir. Relatos de pessoas que perderam tudo. Agregados familiares de dez pessoas que passam a apenas uma, mães desesperadas à procura dos filhos, são testemunhos que nunca irei esquecer”, recorda.

 

Após dias de intenso trabalho, poucas horas de sono e muito cansaço, Sofia  pôde finalmente cumprimentar os quatro elementos da AMI que chegaram, no dia 21 de novembro, ao terreno. Era o reforço da missão de emergência.

A equipa contou com o financiamento do Camões - Instituto da Cooperação e da Língua e de donativos da sociedade civil através da Campanha lançada graças ao habitual e criativo apoio da Young & Rubicam.

A equipa regressou  a Portugal no dia 13 de dezembro com espírito de missão cumprida.

Sofia recorda e elogia o espírito empreendedor do povo filipino. “Num cenário de catástrofe manifestaram uma força de vontade e uma coragem  impressionantes.”

 



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Quarta-feira, 4 de Dezembro de 2013
Ponta Delgada: Residência Social da AMI celebra dois anos

A Residência Social de Ponta Delgada, em São Miguel, Açores, celebra amanhã, dia 5, dois anos de existência. Inaugurada em 2011, esta infraestrutura da AMI já apoiou cerca de 800 pessoas.

 

A Residência Social é um espaço de acolhimento que funciona 24 horas por dia, 365 dias por ano, que providencia apoio psicossocial, conforto, segurança e de proximidade. Com disponibilidade diária para 14 pessoas, a Residência proporciona sete quartos para acolher pessoas provenientes das ilhas dos Açores, que se tenham de deslocar aos serviços de saúde de Ponta Delgada/Ilha de São Miguel e se encontrem em situação de precariedade socioeconómica. Estas deslocações, por obrigarem a afastar as pessoas do seu ambiente social de origem, perdendo a retaguarda afetiva, podem configurar momentos dolorosos. A Residência Social da AMI pretende minorar estas situações, promovendo conforto físico e emocional, para além do apoio em outras dificuldades sentidas no processo.

 

Complementarmente, a Residência tem vindo igualmente a intervir em outros domínios, quer como resposta a solicitações diretas das pessoas e famílias residentes na comunidade, quer a pedido do Governo Regional, através do Instituto para o Desenvolvimento Social. Assim, a AMI tem colaborado com o Governo Regional, no âmbito do Programa FIOS, na sua vertente formativa, tendo até ao momento integrado cerca de 26 pessoas a beneficiar do Rendimento Social de Inserção e no âmbito do Programa Cantina Social, com o apoio na distribuição das refeições a cerca de 13 agregados familiares moradores da freguesia. Para além desta colaboração tem-se vindo a intervir em situações de emergência social através da entrega de bens alimentares, vestuário e produtos de higiene pessoal a cerca de 30 pessoas.



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Sexta-feira, 22 de Novembro de 2013
Projeto Ecoética da AMI aposta na reflorestação

Amanhã, dia 23 de novembro, celebra-se o Dia da Floresta Autóctone, estabelecido para promover a importância da conservação das florestas nativas do Sul da Europa.

 

Ardem anualmente, em Portugal, cerca de 100 mil hectares de floresta. Volvida a época de incêndios as florestas portuguesas são esquecidas.

Para quebrar este ciclo, a AMI desenvolve através do projeto Ecoética ações de reflorestação em todo o território nacional, utilizando espécies autóctones mais resistentes ao fogo.

 

Esta iniciativa reabilita terrenos devolutos, ardidos ou degradados, localizados em todo o território nacional, em parceria com associações florestais e câmaras municipais e com o financiamento e envolvimento de empresas e de cidadãos, através da plantação de árvores autóctones e da promoção de ações de conservação diversas. Através da Ecoética já foram intervencionados 108.370 m2 de terrenos florestais.

 

O foco conservacionista do projeto incide essencialmente sobre as espécies arbóreas autóctones portuguesas e habitats associados. A participação das empresas e dos cidadãos é concretizada através do financiamento das intervenções florestais a partir de 0,50 €/m2. Os participantes recebem um certificado de participação, em que constam as coordenadas geográficas do terreno atribuído.



publicado por AMI às 16:52
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