Quinta-feira, 26 de Janeiro de 2012
“A AMI apareceu no momento certo”

O Centro Porta Amiga de Vila Nova de Gaia acolheu ontem ao final da manhã a cerimónia de entrega dos certificados de conclusão do curso Tecnologias de Informação e Comunicação realizado nas Infotecas FNAC/AMI Contra a Infoexclusão de Vila Nova de Gaia e do Porto. Formandos de ambas as margens do Rio Douro juntaram-se para receber os diplomas. Houve aplausos, sorrisos, ansiedade, lágrimas contidas e até um discurso inesperado.

 

Antes da entrega dos diplomas, já alguns formandos se encontravam na Infoteca. Os computadores ligados serviam para matar o tempo e exercitar
informalmente os conhecimentos adquiridos nas perto de 50 horas de formação. Ramiro Santos, 55 anos, foi um dos primeiros a chegar. Com a palavra “emprego” escrita no Google procurava já um futuro entre os resultados difusos da pesquisa. “Quero arranjar uma ocupação: porteiro, serviços administrativos ou num escritório. Qualquer coisa. A minha vida é um marasmo”, diz. Um acidente de mota empurrou-o de forma inesperada para uma reforma por invalidez. Subitamente o tempo dilatou-se e a solidão entrou-lhe pela vida dentro. “Venho cá todos os dias, almoço e à tarde converso com os amigos que fiz”. O Centro Porta Amiga de Gaia tornou-se uma espécie de segunda casa. Relativamente à formação foi uma oportunidade de alargar o círculo de amigos e “actualizar-me nestas matérias da informática. Pena o curso ser tão curto. Gostaria que fossem mais horas”, diz. O futuro tem agora a forma de um certificado transformado numa chave que abre um novo mundo de sites, programas informáticos, pesquisas. “Gostei de tudo. Adquiri novos conhecimentos que serão úteis para encontrar uma ocupação”, afirma.

 

Com a chegada dos representantes da FNAC e Galileu - instituições envolvidas no funcionamento das infotecas de Porto e Gaia  - os olhos levantaram-se dos monitores. Inicia-se a entrega dos diplomas. Um a um, os finalistas do Curso de Tecnologias de Informação e Comunicação recebem, entre salvas de palmas e sorrisos dos colegas, os certificados. Tempo ainda para o inesperado. Após os discursos e agradecimentos oficiais, Susana Reis, directora da Centro Porta Amiga de Gaia pergunta se mais alguém quer falar, acrescentar algo. Quando o silêncio parecia empurrar a cerimónia para o fim, um formando, encostado à parede no fundo da sala, levanta o dedo e pede a palavra. Manuel Fernandes, 39 anos, retira do bolso do casaco
uma folha dobrada em quatro. “Quero apenas dizer umas palavras, se não se importam”. Estica o manuscrito sem o rasgar, engole o nervosismo e lê:

 

“Na altura em que a Infoteca iniciava mais esta formação em informática decidi inscrever-me. Embora estivesse a estudar, a AMI apareceu no
momento certo. Aprendi a descobrir as minhas qualidades e também a dialogar com os meus colegas de trabalho na infoteca. A Informática veio contribuir para melhorar os meus conhecimentos. Muitos de nós temos capacidades para desenvolver, ideias, seguimos caminhos difíceis, mas podemos contar sempre com o apoio destes profissionais. Sem a AMI poucos de nós conseguiríamos produzir algo de tão belo como lidar com a Informática.

Estes profissionais da AMI dão o melhor que têm para uma sociedade mais justa, mas também temos de fazer a nossa parte.

Agradeço do fundo do meu coração à Dra. Alice que contribuiu para eu finalizar com êxito os meus estudos, à responsável da AMI, a Dra. Susana, por ter sempre a porta aberta a quem precisa, à Dra. Telma, enfim… a todos os funcionários desta instituição.

É com prazer que recebo este certificado da parte da Galileu.

Obrigado a todos.”

 

Manuel Fernandes para além do diploma recebeu a atenção e admiração dos presentes. Trabalha como assistente de motorista, à noite estuda.
Gosta de ler e escrever. “Passo o tempo na biblioteca”, diz. Actualmente tem uma biografia de Winston Churchill como livro de cabeceira. Um amigo de
trabalho disse-lhe que a AMI tinha os cursos de informática gratuitos. Inscreveu-se e ainda bem. A cerimónia de entrega dos certificados encerrou da
melhor forma possível.

 

A funcionar desde 2007, a Infoteca FNAC/AMI do Centro Porta Amiga de Gaia já formou 189 pessoas, enquanto a congénere do Porto, dois anos mais
nova, já acolheu 117 formandos.



publicado por AMI às 15:36
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Sexta-feira, 13 de Janeiro de 2012
Candidaturas abertas ao 14º Prémio AMI – Jornalismo Contra a Indiferença

O Prémio AMI – Jornalismo Contra a Indiferença 2012 encontra-se oficialmente aberto, terminando o prazo para apresentação das candidaturas no próximo dia 29 de Fevereiro.

 

Este prémio destina-se a destacar um trabalho jornalístico que, pela sua excepcional qualidade, represente um testemunho e uma contribuição válida para que a indiferença dos poderes de opinião pública não permitam cobrir com um manto de silêncio situações intoleráveis, do ponto de vista humano, social, económico ou outro, em qualquer parte do mundo.

 

Podem concorrer a este prémio trabalhos jornalísticos referentes a imprensa escrita, online, televisão, rádio e foto-reportagem cuja primeira publicação tenha tido lugar num órgão de comunicação social português durante o ano de 2011.

 

Os trabalhos a concurso devem ser acompanhados de seis cópias ou reproduções dos trabalhos, dados profissionais referentes ao seu autor e declaração do órgão de comunicação onde tenham sido publicados, comprovando a veracidade dos elementos referentes à publicação e data dos mesmos.

 

O regulamento pode ser consultado no site da AMI em www.ami.org.pt.

 

 



publicado por AMI às 15:22
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Quinta-feira, 12 de Janeiro de 2012
Haiti: dois anos depois a AMI continua a apoiar vítimas do sismo

A AMI chegou ao Haiti quatro dias após o sismo devastador que afectou o país mais pobre do hemisfério ocidental. A primeira das várias equipas que a AMI manteve no terreno ao longo de 2010 começou por prestar cuidados de saúde em dois hospitais de Port-au-Prince, mas cedo estendeu a sua acção a outras vertentes da acção humanitária.

 

Se, numa primeira fase, o tratamento das vítimas do terramoto em Hospitais de campanha montados por organismos internacionais foi a prioridade, as fases seguintes da intervenção foram marcadas pela necessidade de facultar o acesso à saúde a milhares de deslocados na região de Port-au-Prince e por providenciar serviços básicos a essa mesma população, removendo e substituindo abrigos após as tempestades. Numa última fase, a urgência passou a ser responder à epidemia de Cólera com uma intensa intervenção de sensibilização e promoção de Higiene nos campos de deslocados, permitindo bloquear a epidemia na nossa área de intervenção.

 

Ao longo de 365 dias no terreno, 29 expatriados e 36 colaboradores locais da AMI acompanharam e testemunharam este ano tenebroso da História do Haiti. Apesar de todos os constrangimentos vividos ao longo deste ciclo, dedicaram-se a levar a bom termo projectos na área da saúde e na gestão de campos de deslocados envolvendo mais de 12.000 beneficiários directos, em resposta a estes sucessivos acontecimentos.

 

Actualmente, a AMI apoia através do financiamento aos seus projectos, três instituições locais: a APROSIFA, através do projecto « Zéro mortalité par le Choléra en 2011 sur notre Aire d’Intervention», que tem como principais beneficiários: 30 mil mulheres, crianças e idosos, a REFRAKA, uma rede de 25 rádios comunitárias com locutoras femininas, para educação ecológica e prevenção de catástrofes que chegam a cerca de 750.000 pessoas e a CDS, que desenvolve um projecto cujo objectivo é melhorar as condições médicas, nutricionais, sanitárias e sociais da comunidade LaSalinienne (40 mil pessoas).

 

Esta é também a oportunidade da AMI renovar o seu agradecimento ao enorme apoio dos portugueses, da sociedade civil, das empresas e de todos aqueles que se mobilizaram no sentido de apoiar as vítimas do sismo. Na sua campanha de emergência, a AMI angariou 1.165.693,61€ e contou ainda com o financiamento do Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento para a missão de primeira emergência e com o co-financiamento da OIM (Organização Internacional das Migrações) para o projecto de gestão de campos.

 

ESTATÍSTICAS DA INTERVENÇÃO DA AMI

•3 campos de deslocados geridos pela AMI e onde se fez clínica móvel

•10.065 deslocados a residir nos 3 campos AMI = 1583 famílias

•970 tendas nos 3 campos

•9820 consultas, actos de enfermagem e pequenas cirurgias pelas equipas AMI

•29 expatriados e 36 colaboradores locais

•68 Elementos de saúde e activistas comunitários formados pela AMI

•22 acções de sensibilização efectuadas à população dos 3 campos

•18.000 sais de reidratação oral distribuídos no combate à cólera

•1.165.693,61€ angariados pela AMI através da Campanha de Emergência


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publicado por AMI às 17:07
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Quinta-feira, 5 de Janeiro de 2012
“Aumenta o número de famílias que pedem ajuda a AMI” - Jornal da Oito / TVI


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Quarta-feira, 4 de Janeiro de 2012
Pobreza em Portugal não pára de aumentar

Os pedidos de ajuda aos serviços sociais da Fundação AMI não param de aumentar, tendo atingido em 2011 o valor mais elevado de sempre. Dados provisórios relativos ao ano passado apontam pela primeira vez para mais de 14 mil pessoas apoiadas.

 

Se recuarmos até 2008, o total de casos atendidos pela AMI rondava os 7 mil/ano. A partir de então registou-se um aumento acelerado. Em 2009 subiu para 9.370; em 2010 para 12.380 e finalmente no ano passado o valor atingiu 14.240. Comparando o ano de 2008 com 2011, estamos perante uma subida de 85% de pessoas apoiadas.

 

A nível geográfico, no Grande Porto (Porto e Vila Nova de Gaia) a pobreza mais do que duplicou (109%) entre 2008 e 2011, enquanto na Grande Lisboa (Almada, Cascais, Chelas e Olaias) registou-se um aumento de 71%.

 

A maioria das pessoas que frequenta os serviços sociais da AMI encontra-se em idade activa. São sobretudo cidadãos de nacionalidade portuguesa com habilitações literárias, de um modo geral, baixas: o 1ºciclo ou menos.

 

Em 2011, e de acordo com o verbalizado em entrevistas de atendimento social, os principais recursos de subsistência destas pessoas são o apoio de familiares ou amigos (43%), o que sublinha o importante papel que as redes primárias de solidariedade desempenham, seguido do Rendimento Social de Inserção (28%) e dos subsídios e apoios institucionais (24%). Destaca-se que 20% desta população tem rendimentos fruto do trabalho, embora sejam insuficientes. Podemos assim concluir que nem sempre ter trabalho é garantia de não necessitar de recorrer a serviços e apoios sociais.

 

A situação profissional também tem vindo a agravar-se desde 2008. Não só o número de desempregados aumentou em 56%, como também as pessoas com trabalho precário registaram um crescimento de 43%.

 

A busca de apoio na inserção profissional aumentou 89%.

 

No que diz respeito a pessoas em situação de sem-abrigo, a população feminina tem sido particularmente atingida. Em 1999 as mulheres representavam 13% dos novos casos de sem-abrigo, tendo passado em 2008 para 22% e em 2011 para 31%, ou seja um aumento anual da ordem dos 10%. 

 

Em 2011 os serviços mais procurados na AMI continuam a ser o apoio em géneros alimentares (66%) e o apoio social (61%). Só em géneros alimentares, no âmbito do Programa Comunitário de Ajuda Alimentar a Carenciados (PCAAC), a AMI já distribuiu, desde 2002, cerca de 6.630 toneladas
de alimentos. Só no ano de 2011, foram fornecidas pela AMI mais de 1.100 toneladas em géneros alimentares, o que representa mais 716 toneladas do que em 2008.

 

Já o número de famílias apoiadas passou de 6.062 em 2008 para 6.786 em 2011, o que representa um total de 20.141 pessoas.

 

Desde 1994, ano em que abriu o primeiro centro Porta Amiga da AMI nas Olaias, até 2011, os serviços sociais da Fundação apoiaram 49.625 pessoas em situação de pobreza. Actualmente, a AMI coloca ao serviço da população mais carenciada nove centros Porta Amiga, um serviço de apoio
domiciliário, duas equipas de rua, dois abrigos nocturnos e uma Residência Social.

 

Parece-nos urgente acompanhar a evolução desta subida vertiginosa de modo a podermos entender as suas reais causas e pensarmos na melhor forma de intervir ao nível da mitigação dos danos que estas provocam nas vidas destes milhares de homens e mulheres de todas as idades, com quem e para quem a Fundação AMI trabalha.



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Sábado, 24 de Dezembro de 2011
Feliz Natal



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Quinta-feira, 22 de Dezembro de 2011
Cabazes de Natal da AMI - "Primeiro Jornal" - SIC


publicado por AMI às 14:22
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Terça-feira, 20 de Dezembro de 2011
Nilton e UHF animam festa de Natal da AMI

A Festa de Natal da AMI, agendada para amanhã, no Instituto Piaget em Almada, conta este ano com a apresentação do humorista Nilton e participações musicais dos UHF, Romana e Avô Cantigas entre outras.

 

Durante toda a manhã funcionários, amigos e beneficiários dos centros Porta Amiga da AMI partilharão momentos de convívio, amizade, troca de experiências, celebrando o espírito de solidariedade e humanismo presentes nesta quadra natalícia.

 

A Festa de Natal arranca às 09h30 com um espectáculo das crianças e jovens do Espaço de Prevenção à Exclusão Social (EPES) do Centro Porta Amiga de Chelas. É longa a lista de artistas que aceitaram subir ao palco: o tenor Pedro Tavares, AnimaTuna, Martim Vicente, Grupo Coral Juvenil Casa da Estrela, Nilza Brown, UHF, Romana, Filipe Gonçalves e Avô Cantigas.

 

AMI aproveita para agradecer a todos os artistas e entidades que tornam possível a realização desta Festa de Natal.



publicado por AMI às 17:42
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Segunda-feira, 19 de Dezembro de 2011
Famílias carenciadas recebem mais de 2.150 cabazes de Natal

A partir de hoje e até à próxima sexta-feira começam a ser distribuídos pelos nove centros Porta Amiga da AMI em Portugal continental e ilhas, 2153 cabazes de Natal representando mais de 1 tonelada de bacalhau, 5 toneladas de batatas, 1 tonelada de grão, mais de mil litros de azeite, entre outros produtos recolhidos por colaboradores de empresas parceiras.

 

A acção foi impulsionada pela Columbia TriStar Warner com parte das receitas de bilheteira conseguidas com o seu mais recente filme de animação, Arthur Christmas, a qual faz questão de entregar pessoalmente os cabazes de Natal às famílias mais carenciadas do Centro Porta Amiga da Olaias, em Lisboa, na próxima quinta-feira, dia 22 de Dezembro, entre as 9h30 e as 17h30.

 

Participou também nesta acção solidária mais de uma dezena de empresas cujos 6500 colaboradores aceitaram entregar fundos ou bens alimentares para completar os cabazes. Juntos irão melhorar o Natal de perto de 6000 pessoas que recebem apoio da AMI e atravessam momentos de maior  ificuldade económica.

 

A AMI agradece às empresas Columbia TriStar Warner, Azeite Gallo, Raimundo Maia, Nutriplus - bacalhau Mar Salgado, Horta Pronta, Refer, Jonhson & Jonhson, Innowave Tecnologies, GAES, HP, Barclays, Grupo Auchan e aos respectivos colaboradores o apoio e solidariedade.



publicado por AMI às 16:39
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Quarta-feira, 14 de Dezembro de 2011
AMI espera aumento do número de catástrofes ambientais

Nem o compromisso em negociar, até 2015, um acordo vinculativo da redução das emissões de gases com efeito de estufa nem a força de lei que esse acordo vai ganhar chegam para disfarçar a desilusão que foi a Cimeira de Durban.

 

Um resultado inglório que não se limita ao facto do Canadá ter anunciado a sua intenção de abandonar o compromisso de Quioto - justificando-se com a crescente descredibilização deste e com o facto dos EUA e da China não o cumprirem. Mais grave ainda foi ter-se novamente adiado uma urgência e uma inevitabilidade. Neste caso, a de regular de forma concertada e alargada, a diminuição de emissões poluentes.

 

Com este protelamento, os efeitos do aquecimento global no clima vão continuar a ser uma ameaça séria à sustentabilidade e equilíbrio do nosso planeta. Os efeitos e consequências que estes causam são bem conhecidos. Uma vez que 2020 era considerada a data limite para alcançar uma redução significativa das emissões para não ultrapassar o aumento da temperatura do planeta de 2ºC, valor considerado máximo para as catástrofes ambientais não se tornarem imprevisíveis e incontroláveis, há todas as condições para se poder considerar que vai haver um aumento das catástrofes ambientais com efeitos devastadores.

 

Mais preocupante ainda, a seguir este caminho de contínuo adiamento e desresponsabilização, nomeadamente dos países mais ricos e também mais poluentes, é certo que as catástrofes ambientais serão generalizadas e afectarão indiscriminadamente qualquer país ou população.

Perante aquilo que se adivinha ser um inevitável aumento da frequência de catástrofes naturais, é também bom recordar que num momento de crise económica global, a disponibilidade de meios de socorro e de ajuda também conhecerá enormes limitações (como disso é exemplo o Haiti, onde apenas um terço da ajuda prometida foi disponibilizada), deixando as ONG’s e as Instituições de ajuda humanitária com enormes dificuldades em levar a cabo o seu trabalho.



publicado por AMI às 16:42
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