Segunda-feira, 21 de Julho de 2014
Balanço de 10 anos pós Tsunami no Sri Lanka

No dia 26 de dezembro de 2004, vários sismos seguidos de Tsunami ocorreram no sudeste asiático, com um efeito devastador em 11 países do Oceano Índico, causando centenas de milhares de mortos, desaparecidos, deslocados e sem abrigo.

O Sri Lanka foi um dos países mais afetados por esta tragédia, tendo o seu Governo declarado estado de emergência e lançado um pedido de auxílio internacional. No final de janeiro, contabilizavam-se cerca de 300.000 mortos em todo o sudeste asiático, 40.000 destes no Sri Lanka. Neste país, registaram-se ainda quase 5.700 desaparecidos, 15.200 feridos e 41.300 famílias (cerca de 168.000 pessoas) alojadas em campos de deslocados.

Rapidamente, a AMI decidiu intervir no Sri Lanka, não só porque foi um dos países mais afetados como também por ser um dos mais pobres.

Em 28 de dezembro de 2004 partiram para o terreno o Dr. Fernando Nobre, Presidente da AMI, e o Dr. José Luís Nobre, Administrador e Diretor do Departamento Logístico, com o objetivo de realizar uma missão exploratória para preparar a chegada da equipa expatriada.

No dia seguinte, 29 de dezembro, partiram 8 voluntários num avião fretado pela AMI, onde foram também enviadas 10 toneladas de alimentos, equipamentos e outros bens de ajuda humanitária.

Com a maior parte das estradas cortadas, a equipa exploratória procedeu ao aluguer de dois jeeps para transporte da equipa para Galle e Kalutara, cerca de 120 km a Sul de Colombo. Depois de um processo moroso de perto de 12 horas, as dez toneladas de bens de ajuda humanitária que a AMI enviou foram distribuídas aos deslocados a partir do dia seguinte ao desalfandegamento dos mesmos.

Instalada no Sul do Sri-Lanka, a equipa começou a operar em pleno, prestando apoio a campos de deslocados num raio de 30 km de Beruwala, em Sathgama.

Entretanto, em Portugal, foi impressionante a mobilização da sociedade civil (Amigos da AMI, entidades públicas e privadas) para ajudar no apoio às vítimas. Desde o dia 27 de dezembro de 2004 e durante as primeiras semanas de janeiro de 2005, não pararam de chegar chamadas telefónicas para a sede da AMI, de pessoas e empresas oferecendo ajuda financeira, donativos em espécie, apoio logístico, ajuda em serviços e voluntariado.

A AMI angariou 2.786.661,79€ até julho de 2005, um montante que permitiu manter uma equipa expatriada no Sri Lanka até janeiro de 2006. Esta generosidade levou a que, paralelamente à missão médico-sanitária de emergência fossem estabelecidos contactos para preparar projetos a médio e longo prazo de reabilitação de estruturas médicas e sociais, tendo permitido a ajuda da AMI manter-se por mais 10 anos através de projetos em parceria com organizações locais.

Mais informações sobre os projetos da AMI no Sri Lanka no link: http://www.ami.org.pt/default.asp?id=p1p7p28p135&l=1



publicado por AMI às 11:19
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Segunda-feira, 14 de Julho de 2014
Ana Sofia Fonseca (SIC) e Rita Colaço (Antena 1) dividem 1º Prémio

Já são conhecidos os vencedores da 16ª edição do Prémio AMI – Jornalismo Contra a Indiferença. São eles Ana Sofia Fonseca (SIC), com o trabalho “Tráfico de Pessoas: Os Novos Escravos” e Rita Colaço (Antena 1) com a reportagem “Os Filhos da Síria”.

 

A peça da jornalista da SIC, que contou com imagem de Paulo Cepa e edição de Luís Gonçalves, destacou-se pela riqueza do trabalho de investigação, pelos testemunhos pessoais variados e difíceis que conferem uma visão holística e uma imagem ímpar sobre este drama e pelo facto de agarrar a nossa atenção desde o primeiro minuto.

 

Já a reportagem de Rita Colaço impressionou o júri pela capacidade de nos colocar, pelo som e impacto dos testemunhos recolhidos, dentro de um drama às portas da Europa que continua a espalhar sofrimento.

 

O Júri do Prémio AMI – Jornalismo Contra a Indiferença, constituído pelos jornalistas vencedores do 1º Prémio da 15ª Edição, por uma Amiga da AMI e pelo Presidente da instituição, decidiu também distinguir com menções honrosas o trabalho ”Cemitério de Sonhos” da jornalista Rita Ramos (RTP), uma reportagem que aborda o que será, muito provavelmente, o maior desafio da Europa: a desadequação das políticas da UE aos fenómenos migratórios. Premiados foram também os trabalhos“SOS na Zona Pobre” de Paulo Moura (Público) e “Os Filhos do Vento: Em Busca do Pai Tuga” da jornalista Catarina Gomes, igualmente do jornal Público. A peça de Paulo Moura mostra-nos o labirinto da pobreza e o como é difícil quebrar o ciclo de miséria que tende a perpetuar-se de geração em geração. Finalmente, o trabalho de Catarina Gomes impressiona pela originalidade da sua abordagem e humanidade e sensibilidade e como quebra um tabu que permanece 40 anos depois do fim da Guerra Colonial.

 

A cerimónia de entrega dos prémios, presidida pelo jornalista José Manuel Barata-Feyo está marcada para amanhã, dia 15 de julho, às 11h00, no Auditório Microsoft (Parque das Nações).

 

Os jornalistas vencedores dividirão o montante de 15 mil euros, valor do 1º Prémio patrocinado pelo Banco BES. Todos os premiados receberão uma peça da autoria do escultor João Cutileiro e um diploma alusivo ao galardão.



publicado por AMI às 17:45
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Domingo, 25 de Maio de 2014
Dia de África: AMI alerta para problemas deste continente

No Dia de África, a AMI alerta para gravíssimos problemas que assolam este continente. O crescimento demográfico muito elevado (duplicação em 20 a 25 anos da população da África subsaariana), aliado a um contexto de pobreza agravada pelas alterações climáticas e de défice de educação, levam a fenómenos migratórios de dimensão impressionante e com desfechos geralmente trágicos. Condenados nos seus países de origem a uma vida de pobreza extrema, milhares de cidadãos, desfazem-se do pouco que têm aliciados pela promessa de uma vida melhor na Europa. A maior parte deles arrisca a sua vida através do deserto em longas viagens até a um falso paraíso e, uma vez chegados à Europa, aguarda-os a deportação, tornando-se alvos fáceis das redes extremistas já fortemente ativas na zona do Sahel. Importa pois insistir na criação de condições para investir na educação e no desenvolvimento, a única forma de fixar eficazmente as populações e criar-lhes condições para melhorar as suas vidas.

A AMI desenvolve numerosos projetos em África com estes objetivos, nomeadamente nas vertentes da educação, capacitação e autonomia em Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique, Burundi, Costa do Marfim, Gana, Senegal, Uganda, Ruanda e Zimbabué e, mais recentemente, no Chade e no Níger.

 

 



publicado por AMI às 10:00
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Terça-feira, 6 de Maio de 2014
Arranca dia 8 de maio o 22º Peditório da AMI

 

A partir de quinta-feira e até ao próximo domingo, a AMI realiza o 22º Peditório de Rua. São quatro dias e centenas de voluntários, amigos e colaboradores numa ação que visa angariar fundos este ano dirigidos às famílias que diariamente recorrem aos centros sociais da Fundação.

 

No ano passado, a AMI apoiou diretamente em 15.802 pessoas e destas, mais de mil fizeram-no por necessidades relacionadas com a dificuldade em cumprir os compromissos financeiros que contraíram com a sua habitação, levando-os a procurar a AMI para aliviar o orçamento e para a satisfação de necessidades básicas, nomeadamente alimentação. Em 2013, a AMI tentou minimizar este efeito, distribuindo mais de 620 toneladas alimentos a mais de 8500 famílias.

 

Este ano, os serviços sociais da Fundação AMI vão centrar os esforços na resposta às necessidades apresentadas pelas famílias portuguesas que procuram nos equipamentos da AMI cabazes alimentares, material escolar e apoio na procura de emprego.

 

Sob o lema “Antes que a casa de mais famílias seja a rua”, a AMI realiza o 22º peditório agradecendo a apoio da sociedade civil e relembrando que o mesmo se realiza na rua e em espaços públicos por voluntários devidamente credenciados.



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Quarta-feira, 26 de Março de 2014
INE revela situação social preocupante

Para a AMI, segundo declarações do seu Presidente em reação ao estudo do INE conhecido nesta segunda-feira, os dados apresentados vêm confirmar  que estamos perante uma situação social altamente preocupante, sendo prioritário encontrar um equilíbrio entre a população ativa e os reformados.

 

Se aos dois indicadores mais importantes revelados, que apontam para um aumento acentuado do número de pessoas em risco de pobreza (17,9 para 18,7%) e para uma acentuada desigualdade na distribuição de rendimentos, acrescentarmos os dois milhões de pensionistas com reformas mensais inferiores a 360 euros e os dois terços de agregados familiares com rendimentos brutos anuais inferiores a 10.000, e ainda a queda preocupante da natalidade, há um sério risco de agravamento da pobreza em Portugal.

É por isso imprescindível apostar em políticas de apoio ao emprego e de incentivo à natalidade, sob pena de pôr em causa, a breve trecho e para as próximas gerações, a equidade nacional.



publicado por AMI às 16:53
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Quarta-feira, 5 de Março de 2014
IRS: Portugueses doam mais de 9 milhões de euros

Na altura de entregar o IRS, existem cada vez mais portugueses a destinar 0,5% deste imposto a instituições sociais. No ano passado, 364 mil agregados (mais 56% que no ano anterior) doaram 9 milhões de euros a entidades de cariz social. Este valor, se todos os contribuintes optarem por fazer esta consignação, poderia atingir cerca de 58 milhões de euros. Por outro lado, o número de instituições autorizadas a receber a consignação também não cessa de aumentar, de 986 em 2012, passaram para 1.724 no ano passado.

 

A AMI foi a primeira instituição autorizada a receber a consignação de IRS em 2002. No ano passado, os portugueses doaram à AMI, 216 mil euros o que possibilitou a manutenção, durante um ano, de um equipamento social.

 

Para apoiar a AMI, consignando 0,5% do IRS, basta indicar na declaração, no quadro 9 do anexo H, o número de contribuinte da Fundação: 502 744 910.

 

A AMI agradece a generosidade e confiança de todos os portugueses que têm optado por esta importante forma de apoio.


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publicado por AMI às 16:30
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Segunda-feira, 24 de Fevereiro de 2014
Joana Arez apresenta “Palavras & Pianos”

A Galeria AMIarte abre a programação 2014 no dia 1 de março com a exposição “Palavras & Pianos” de Joana Arez. A inauguração terá lugar no sábado, às 16h30, e conta com a participação especial do pianista José Rito. A exposição permanecerá patente ao público até 5 de abril, podendo se visitada de terça-feira a sábado, entre as 15h00 e as 20h00, na Rua da Lomba, n.º 153-159, em Campanhã.

 

Na opinião do diretor artístico, Sandro Resende, o suporte pictórico que Joana Arez nos mostra “consiste num comportamento feito de reflexos, ou seja, são capacidades inatas em vez de aprendidas. Através da repetição consistente desses elementos é possível a criação pela criação. É nessa liberdade que aparece o traço, solto mas condicionado, rebelde mas preso”. Acrescentando que “não é inerente a um olhar fugaz e não se presta a leituras é um dedo que aponta, não para os outros, mas aponta para si mesmo. E é dessa crítica interior que surge aquilo a que chamamos uma poesia visual”.

 

Quem também se pronuncia sobre o trabalho que Joana Arez selecionou para expor na Galeria da Fundação AMI, no Porto, é Paulo Morais-Alexandre. Para o professor e investigador de Arte e Cinema, “de tudo ressalta a criatividade, a forma original que dá às obras que expõe e que vão muito além do mero impacto visual das suas caligrafias. Efetivamente, tal como disse H.E. Davey: ‘Assim como a escrita se pode tornar caligrafia quando é criativa, cheia de técnica e realizada conscientemente, também todas as atividades podem ser tornadas arte. Neste caso, estamos a refletir sobre a própria vida como uma afirmação artística – a arte de viver’”. Concluindo que “é disso que trata a obra de Joana Arez: de Viver.”

 

Nota biográfica


Joana Arez nasceu em Lisboa em 1970 e formou-se em Design Gráfico em 1991 – IADE_CREATIVE UNIVERSITY. O seu percurso profissional, desde sempre ligado à Publicidade e absolutamente orientado para a Direção de Arte e a Direção Criativa (e Executiva), passou pelas agências: Publicis / Directora Criativa Executiva (2008/2011); Saatchi&Saatchi / Directora Criativa Executiva (1998/2006); TBWA / Directora de Arte (1995/1998); McCann / Directora de Arte (1991/1995).
Em 2011, apoiada e incentivada por alguns entusiastas e outros entendidos/ conhecedores do mundo das artes, acredita e investe no seu trabalho, enquanto artista plástica e expõe, pela primeira vez, as suas obras em público. Enquanto, em simultâneo, aposta no seu próprio Espaço WORK.INK_ART’ Joana Arez, na Fortaleza da Cidadela de Cascais.


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publicado por AMI às 18:08
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Segunda-feira, 27 de Janeiro de 2014
AMI apoia estudantes em projetos solidários

Já são conhecidos os vencedores da 4ª edição do prémio Linka-te aos Outros. São eles:

- “Pintar Sonhos”, Agrupamento de Escolas da Lousã- Escola Secundária da Lousã, que visa proporcionar a crianças de famílias desfavorecidas, identificadas e beneficiárias da Associação Vida, a melhoria das suas condições de conforto, harmonia, estabilidade, através da decoração dos seus quartos;

- “Crescer Solidário”, Escola Básica 2, 3 Ferreira de Castro, Mem Martins, que propôs a realização de ações de  voluntariado com vista à angariação de bens para as famílias mais carenciadas do agrupamento de Escolas Ferreira de Castro e Centro de Dia desta localidade;

- “Melhorar a qualidade de vida visando uma maior integração na vida escolar”, Escola Secundária- 3º ciclo- Entroncamento, que pretende promover a melhoria da qualidade de vida de duas irmãs, alunas da escola e pertencentes a uma família carenciada, de forma a promover a inclusão e aumentar a motivação para os estudos;

- “Enlaça-me”, Colégio Miramar (Lagoa-Santo Isidoro), cujo principal objetivo é a criação de laços entre diferentes faixas etárias, promovendo a interação e a partilha de saberes e vivências, através de uma parceria com o Centro Social Paroquial Santo Isidoro;

-“A casa dos Sonhos”, Escola Básica Integrada da Quinta do Conde, projeto de reabilitação de uma Comunidade de Inserção “A CASA”, que tem capacidade para acolher 5 mulheres cuja situação social, familiar, financeira e/ou habitacional seja desfavorável.

 

Apoiado institucionalmente pelo Ministério da Educação, este concurso que a AMI lança todos os anos aos estudantes do ensino básico e secundário de todo o país, é um projeto de intervenção social no qual os jovens são os protagonistas. A ideia é apoiar soluções solidárias apresentadas e implementadas pelos estudantes, transformando-os em agentes ativos de mudança social junto das comunidades locais.

Os projetos vencedores são financiados pela AMI, sendo a iniciativa patrocinada pelo Banco Popular, garantindo-se assim a viabilidade e sustentabilidade dos mesmos. Importante é ainda o envolvimento da comunidade local, daí que 10% do orçamento tenha obrigatoriamente de ser angariado pelos proponentes junto de empresas, instituições ou comércio local.


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publicado por AMI às 17:57
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Quarta-feira, 22 de Janeiro de 2014
Estudo da AMI revela pobreza “otimista”

O estudo revela ainda o universo associativo vivenciado pelas pessoas em
situação de pobreza. Numa dimensão pessoal, as pessoas entrevistadas associaram
sentimentos de medo, tristeza e impotência, e numa dimensão social associaram a
solidariedade, injustiça e exclusão social como sentimentos dominantes.
A maioria das pessoas em situação de pobreza não se revê nessa realidade, identificando-se com uma classe social superior. Esta é uma das conclusões do estudo “A Vivência da Pobreza” apresentado hoje pela AMI na Auditório do Pavilhão do Conhecimento-Ciência Viva, em Lisboa.

 

No estudo realizado ao longo de 2012/2013 nos Centros Porta Amiga constatou que apesar de 88% dos entrevistados possuírem um rendimento “per capita” inferior a 421 euros, valor considerado como limiar da pobreza (48% muito pobre e 40% pobre), apenas 48% se auto-avaliam na situação de pobreza. A postura “otimista” entre a classe social real e a percecionada pelos próprios é ainda maior se projetarmos para um futuro a cinco anos. 60% imagina-se na classe média e média-baixa. Apenas 36% admite que daqui a cinco anos continuará a ser pobre ou muito pobre.

 

O estudo revela ainda o universo associativo vivenciado pelas pessoas em situação de pobreza. Numa dimensão pessoal, as pessoas entrevistadas associaram sentimentos de medo, tristeza e impotência, e numa dimensão social associaram a solidariedade, injustiça e exclusão social como sentimentos dominantes.



publicado por AMI às 17:31
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Segunda-feira, 13 de Janeiro de 2014
Candidaturas abertas ao Prémio AMI – Jornalismo Contra a Indiferença
As candidaturas para a 16ª edição do Prémio AMI – Jornalismo Contra a Indiferença 2013 encontram-se oficialmente abertas, terminando a 28 de Fevereiro o prazo para apresentação dos trabalhos.

Este prémio destina-se a destacar um trabalho jornalístico que, pela sua excecional qualidade, represente um testemunho e uma contribuição válida para que a indiferença dos poderes de opinião pública não permitam cobrir com um manto de silêncio situações intoleráveis, do ponto de vista humano, social, económico ou outro, em qualquer parte do mundo.

Podem concorrer a este prémio trabalhos jornalísticos de imprensa escrita, online, televisão, rádio e foto-reportagem cuja primeira publicação tenha tido lugar num órgão de comunicação social português durante o ano de 2013. Os trabalhos a concurso devem ser acompanhados de seis cópias ou reproduções, dados profissionais referentes ao seu autor e declaração do órgão de comunicação onde tenham sido publicados, comprovando a veracidade dos elementos referentes à publicação e data dos mesmos. O regulamento pode ser consultado no sítio da AMI na internet em www.ami.org.pt.

A 16ª edição do Prémio terá como júri os vencedores do ano passado, um representante da Fundação AMI, bem como um Amigo da AMI, detendo o representante da Fundação AMI, voto de qualidade. O júri poderá decidir pela não atribuição do Prémio, se entender que nenhuma das candidaturas o merece, ou decidir atribuí-lo “ex aequo” a mais do que um trabalho ou ainda decidir a atribuição de menções honrosas. Os resultados serão conhecidos no primeiro semestre de 2014.


publicado por AMI às 17:16
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