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AMI - Age, Muda, Integra

AMI na ajuda directa às vítimas das catástrofes naturais em Portugal

No dia 20 de Fevereiro de 2010, a Madeira conheceu um dos piores temporais de sempre, causando mais de 40 vítimas mortais, centenas de desalojados e prejuízos materiais elevadíssimos. A AMI avançou nessa altura, com uma missão de emergência na sequência da visita do Presidente da AMI à Ilha, onde, depois de analisar a situação no terreno, reuniu com responsáveis autárquicos, regionais e com a delegação da AMI no Funchal.

 

Respondendo à solicitação da Secretaria de Estado da Segurança Social, a AMI reuniu um grupo de voluntários para trabalhos de acção social e apoio psicológico. Através do Centro Porta Amiga (CPA) do Funchal foram desencadeados todos os mecanismos disponíveis para ajudar a minimizar as consequências desta catástrofe.

 

Paralelamente, a AMI disponibilizou de imediato 85 mil euros para os primeiros trabalhos de auxílio às vítimas, dos quais 35 mil euros para financiamento de equipamento para acções de salvamento aos Bombeiros Municipais do Funchal.

 

Um dia após a catástrofe, o CPA do Funchal começou a receber pedidos de ajuda por parte de utentes que foram afectados directa ou indirectamente pela intempérie.

De acordo com o diagnóstico efectuado, deu-se prioridade à distribuição de bens básicos, como roupa de cama e de banho, vestuário, refeições quentes e alimentos.

 

O acompanhamento de famílias afectadas, que incluiu bens alimentares, provisão de produtos de higiene, vestuário, cuidados de saúde e apoio social, ficou concluído quando estas foram realojadas. As famílias que ainda estão em alojamentos temporários continuam a ser apoiadas pelo CPA do Funchal.

 

O ano de 2010 foi particularmente violento do ponto de vista climatérico e o temporal da Madeira não foi a única intempérie a deixar marcas no território nacional. Em Dezembro do ano passado, um tornado que afectou a zona centro do país provocou sérios estragos, deixando muitas famílias sem tecto. Em resposta a esta situação, a AMI, através do seu Núcleo de Tomar, financiou (em cerca de 10 mil euros), a reconstrução das habitações de duas famílias em Tomar e de oito em Coimbra.