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AMI - Age, Muda, Integra

Terramoto no Haiti foi há três anos

Há três anos, um terramoto devastou Port-au-Prince, a capital do Haiti, o mais pobre dos países do hemisfério ocidental. O saldo foi terrível: 200 mil vítimas mortais, milhares de feridos e desalojados, centenas de infraestruturas destruídas e um país imerso no caos. Ainda hoje, e segundo dados da ONU, há mais de 230 mil deslocados no Haiti.

 

A AMI chegou ao Haiti quatro dias depois do terramoto. Após a intervenção de emergência, manteve várias equipas no terreno ao longo desse ano. A AMI começou por prestar cuidados de saúde em dois hospitais de Port-au-Prince, estendendo posteriormente a sua intervenção a outras vertentes da acção humanitária, nomeadamente na gestão de três campos de deslocados (10 mil pessoas) e na resposta à epidemia de cólera que assolou o país no final do Verão de 2010.

 

Actualmente, a AMI financia três instituições locais: a APROSIFA, que através de um centro de saúde e outro de recuperação nutricional, apoia directamente 400 crianças, a REFRAKA, uma rede de 25 rádios comunitárias com locutoras femininas, para educação ecológica e prevenção de catástrofes que chega a cerca de 750 mil pessoas e a CDS, que desenvolve um projecto cujo objectivo é a melhoria das condições médicas, nutricionais, sanitárias e sociais das 40 mil pessoas que constituem a comunidade LaSalinienne.