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AMI - Age, Muda, Integra

A AMI recolheu, só no ano passado, 500 toneladas de óleos alimentares usados

Ao longo do ano de 2011, a AMI recolheu 500 toneladas de óleos alimentares usados, 100 toneladas de radiografias e 100 toneladas de consumíveis informáticos e telemóveis, através de parcerias estabelecidas com empresas, grandes superfícies, farmácias e restaurantes, que resultaram na angariação de mais de 500 mil euros para as actividades humanitárias que desenvolvemos em Portugal e no mundo.

Os resíduos recolhidos foram encaminhados para reutilização, no caso dos consumíveis informáticos e telemóveis, para reciclagem, no caso das radiografias, e para produção de biodiesel, no caso dos óleos alimentares usados.
A AMI foi a primeira instituição a recolher resíduos para angariação de fundos em Portugal, fazendo-o desde 1996, tendo a ideia sido amplamente replicada desde então por outras instituições, sendo neste momento, uma importante fonte de receitas para muitas delas.
 

A recolha de resíduos insere-se num conjunto de acções que a AMI desenvolve no sector do ambiente, tendo a AMI criado um departamento específico para este efeito em 2004.

AMI espera aumento do número de catástrofes ambientais

Nem o compromisso em negociar, até 2015, um acordo vinculativo da redução das emissões de gases com efeito de estufa nem a força de lei que esse acordo vai ganhar chegam para disfarçar a desilusão que foi a Cimeira de Durban.

 

Um resultado inglório que não se limita ao facto do Canadá ter anunciado a sua intenção de abandonar o compromisso de Quioto - justificando-se com a crescente descredibilização deste e com o facto dos EUA e da China não o cumprirem. Mais grave ainda foi ter-se novamente adiado uma urgência e uma inevitabilidade. Neste caso, a de regular de forma concertada e alargada, a diminuição de emissões poluentes.

 

Com este protelamento, os efeitos do aquecimento global no clima vão continuar a ser uma ameaça séria à sustentabilidade e equilíbrio do nosso planeta. Os efeitos e consequências que estes causam são bem conhecidos. Uma vez que 2020 era considerada a data limite para alcançar uma redução significativa das emissões para não ultrapassar o aumento da temperatura do planeta de 2ºC, valor considerado máximo para as catástrofes ambientais não se tornarem imprevisíveis e incontroláveis, há todas as condições para se poder considerar que vai haver um aumento das catástrofes ambientais com efeitos devastadores.

 

Mais preocupante ainda, a seguir este caminho de contínuo adiamento e desresponsabilização, nomeadamente dos países mais ricos e também mais poluentes, é certo que as catástrofes ambientais serão generalizadas e afectarão indiscriminadamente qualquer país ou população.

Perante aquilo que se adivinha ser um inevitável aumento da frequência de catástrofes naturais, é também bom recordar que num momento de crise económica global, a disponibilidade de meios de socorro e de ajuda também conhecerá enormes limitações (como disso é exemplo o Haiti, onde apenas um terço da ajuda prometida foi disponibilizada), deixando as ONG’s e as Instituições de ajuda humanitária com enormes dificuldades em levar a cabo o seu trabalho.

AMI já reciclou mais de um milhão de consumíveis informáticos e de telemóveis

Projecto permite poupar matérias-primas e energia e reduzir o volume de resíduos em aterro, ao mesmo tempo que cria riqueza para a investir
em projectos humanitários, sociais e ambientais 

 

 

 

São já mais de 7.000 os parceiros que se juntaram à AMI com o objectivo de promover a reutilização e reciclagem de consumíveis e de telemóveis. Estes funcionam como pontos de recolha, ficando a AMI responsável pelo seu encaminhamento para entidades em todo o mundo e pela posterior venda, no caso dos consumíveis informáticos regenerados.

 É um dos contributos da AMI na promoção da sustentabilidade, funcionando adicionalmente como um original meio de angariação de fundos para a sua Acção Humanitária Global, nas vertentes médica, social e ambiental.

 

O encaminhamento de mais de 1 milhão de consumíveis informáticos e telemóveis para reutilização e reciclagem desde 2005 permitiu evitar a produção de mais de 200 toneladas de resíduos e o consumo de mais de 5 milhões de litros de combustíveis fósseis na produção de equipamentos novos. Adicionalmente, permitiu angariar uma soma superior a 300 mil euros, utilizados pela AMI no financiamento dos seus projectos.

 

Para além das entidades que participam neste projecto através dos seus escritórios, é já longa a lista de estabelecimentos comerciais que se disponibilizaram para ajudar a AMI na recolha dos equipamentos, disponível em www.ami.org.pt.

16ª Campanha de Reciclagem de Radiografias da AMI arranca terça-feira em todo o país

A AMI lança, na próxima terça-feira dia 14 de Junho, mais uma edição da Campanha de Reciclagem de Radiografias.

Até ao dia 5 de Julho, vai ser possível entregar em qualquer farmácia, as radiografias com mais de cinco anos ou sem valor de diagnóstico. As radiografias serão posteriormente recolhidas e recicladas, para a extracção dos sais de prata que contêm.

Para além de permitir encaminhar de forma racional este tipo de material, o projecto serve os quatro pilares da AMI já que alerta consciências e cria riqueza para os projectos da AMI nas áreas da Assistência Médica, Acção Social e Ambiente em Portugal e no Mundo.

Em 15 anos, a AMI já reciclou cerca de 1200 toneladas de radiografias, que resultaram na angariação de mais de 1 milhão e 200 mil euros. Só no ano passado, Portugal reciclou, através da AMI, cerca de 50 toneladas de radiografias.

Este ano a AMI aposta na duplicação deste valor.

Ecoética – Novo projecto ambiental da AMI

A sustentabilidade ambiental é um vector fundamental de desenvolvimento das sociedades e de bem-estar das populações. É por isso que o ambiente faz parte do percurso natural da AMI, sendo o seu terceiro pilar de acção, para além da assistência médica e da acção social.

 

Vários estudos apontam a degradação ambiental como responsável pelo aumento do número de catástrofes humanitárias e, segundo a OMS, factores ambientais causam 10% das mortes em 23 países, sendo as crianças as mais atingidas. Actuando preventivamente sobre o ambiente, pode ser diminuído o trágico número de 13 milhões de mortes anualmente (nomeadamente através de infecções respiratórias e doenças cardiovasculares) em todo o mundo.

 

Algumas agressões ambientais são localizadas e afectam sobretudo os países menos desenvolvidos. Outras há, que são desastrosas a nível global.

Em Portugal, por exemplo, em 5 anos, arderam mais de 1.300.000 hectares de floresta. Uma séria ameaça à manutenção do solo e das reservas de água e um factor de risco adicional para a tendência de desertificação que paira sobre Portugal, um dos países mais em risco na Europa.

 

Foi preocupada com esta situação que a AMI decidiu com este seu novo projecto, desafiar cidadãos e empresas a darem espaço à Natureza. Por apenas 0,50€ (o valor de um metro quadrado), a AMI compromete-se a assegurar a conservação destas áreas naturais. Qualquer pessoa pode apadrinhar a manutenção da Natureza como presente de aniversário, Natal, etc. Por seu lado, as empresas podem, através deste projecto, desenvolver acções de promoção, fidelização ou team building. Os objectivos passam pela melhoria da qualidade ambiental de áreas degradadas; manutenção de áreas de elevado valor conservacionista; promoção do turismo sustentável. A Ecoética é um projecto de conservação da natureza abrangente, que não se resume à reflorestação, mas que se estende por muitas outras acções: abertura de caminhos para combate aos fogos florestais; reabilitação de zonas degradadas, requalificação de áreas fluviais; recuperação de terrenos abandonados.

Afinal, a Natureza é um dos factores mais diferenciadores do turismo português, existindo nos países desenvolvidos uma apetência crescente para o ecoturismo, o turismo de natureza e o turismo sustentável.

 

Nas acções de florestação serão usadas apenas espécies autóctones da floresta portuguesa, adaptadas às condições climáticas do país.

Por outro lado, todas as áreas são georreferenciadas, sendo facilmente localizáveis por GPS. Pretende-se com isto promover a visita às áreas intervencionadas, estabelecendo uma ligação directa dos particulares e das empresas aos locais que financiem. Projecto será por isso também dinamizador do turismo sustentável.

AMI apela à reutilização de consumíveis informáticos e de telemóveis

Projecto permite poupar matérias-primas e energia e reduzir o volume de resíduos em aterro

 

 

São já mais de 6.500 os parceiros que se juntaram à AMI com o objectivo de promover a reutilização e reciclagem de consumíveis e telemóveis. Estes funcionam como pontos de recolha, ficando a AMI responsável pelo seu encaminhamento e posterior venda dos consumíveis informáticos regenerados.

 É um dos contributos da AMI na promoção da sustentabilidade, funcionando adicionalmente como um original meio de angariação de fundos para a sua acção humanitária, nas vertentes médica, social e ambiental.

 O encaminhamento de perto de 1 milhão de consumíveis informáticos e telemóveis para reutilização e reciclagem desde 2005 permitiu evitar a produção de 200 toneladas de resíduos e o consumo de 5 milhões de litros de combustíveis fósseis na produção de equipamentos novos. Adicionalmente, permitiu angariar 300 mil euros, utilizados pela AMI no financiamento das Equipas de Rua de Lisboa, Porto e Gaia, que fazem acompanhamento social e psicológico aos sem-abrigo, visando a melhoria da sua qualidade de vida.

 Para além das entidades que participam neste projecto através dos seus escritórios, é já longa a lista de estabelecimentos comerciais que já se disponibilizaram para ajudar a AMI na recolha dos equipamentos, disponível em www.ami.org.pt.