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AMI vai apoiar refugiados no Curdistão Iraquiano

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Agora que acabou de celebrar 30 anos e no dia em que de celebra o Dia Internacional dos Direitos Humanos, a AMI vai estender o seu trabalho de apoio humanitário a uma das regiões mais problemáticas do globo, num esforço de minorar o sofrimento das vítimas do mais recente movimento de migrações internas no Médio Oriente.

 

Depois de visitar vários campos de refugiados no Curdistão iraquiano, a AMI decidiu juntar-se ao esforço internacional de apoio humanitário aos cerca de 1,5 milhões de pessoas que vivem em condições precárias naquela região desde que, no princípio de agosto, a expansão agressiva do Estado Islâmico do Iraque e do Levante levou a êxodos maciços de curdos iraquianos e sírios.

 

Na missão exploratória, Fernando Nobre visitou 3 campos na região de Erbil: o campo de Harsham, com cerca de 1400 pessoas, o campo de Bahrka (3000 pessoas) e de Kushtapa (que alberga 6000 pessoas). Já na zona de Dohuk, foram visitados 2 campos. O de Sharya, com 24 mil pessoas e o de Khank com 30 mil pessoas.  

 

Face às mais imediatas necessidades desta imensa população de refugiados e deslocados internos, o frio e as deficientes condições de salubridade, a AMI vai apoiar os campos de Harsham, Sharya e Khank. No primeiro destes campos, será estabelecida uma parceria com a ONG Qandil para a um projeto sanitário orçado em 25 mil euros e, nos dois últimos, o apoio será dado através da compra e distribuição de cerca de 4000 cobertores para as famílias mais vulneráveis destes campos.

 

Fotografia: Alfredo Cunha