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AMI - Age, Muda, Integra

Tanzânia: Juntos pela proteção do meio ambiente

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Na Tanzânia, iniciaremos em breve um projeto ambiental de gestão de resíduos. Em parceria com Organização Não Governamental Sea Sense, vamos melhorar as práticas de gestão de resíduos numa extensa área situada a 135km de Dar es Salaam, capital comercial da Tanzânia.


A principal fonte de rendimentos nesta região é garantida sobretudo pela agricultura, pesca e exploração de recursos florestais. A pesca do camarão é a mais importante, empregando mais de 3 mil pescadores. Esta forma de subsistência está cada vez mais ameaçada pela má gestão do meio ambiente marinho. Resíduos sólidos são frequentemente despejados em praias onde se faz secagem de peixe e em cursos de água. Mais de 70% das doenças assistidas em unidades de saúde na Tanzânia estão relacionadas com água e saneamento. A ausência de práticas de gestão de resíduos produz uma contaminação ambiental cada vez mais intensa e perigosa. Para além do risco associado à saúde humana, os ecossistemas de que estas comunidades piscatórias dependem estão a ser fortemente danificados.


Este projeto será implementado em dois distritos, apoiando 15 comunidades num total de 5.280 beneficiários. Serão realizadas diversas atividades formativas com alunos de seis escolas secundárias, dotando-os de práticas eficazes de gestão de resíduos ao longo de um programa educativo. Está ainda previsto treino de ativistas comunitários em gestão de resíduos e a realização de ações que promovam a proteção do ambiente, saúde e cidadania. Finalmente, iremos envolver cidadãos de comunidades costeiras em práticas de gestão de resíduos que beneficiem a saúde e bem-estar social e reduzam a pesca de espécies de elevado valor de biodiversidade.

Crises esquecidas: O papel das ONG

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 A crise financeira que faz tremer o mundo, e a Europa de forma particular, desde 2008, teve como efeito colateral que o único tema mediático tenha passado a ser as finanças públicas. Mesmo os subtemas associados: economia; desemprego; pobreza, passaram para um plano secundário.

Temas como o ambiente, que deveriam ser intemporais, sobretudo pelo impacto que têm na saúde pública, ficaram a viver na sombra. Os últimos 6 anos foram, por este motivo, de enorme oportunismo para indústrias e governos que desenvolvem atividades destrutivas em termos ambientais. Em alguns casos, a crise financeira foi mesmo instrumentalizada no sentido de justificar investimentos que em outros períodos teriam sido alvo de enorme contestação. Em nome da criação de riqueza, quase tudo foi permitido.

As ONG foram talvez a única força capaz de travar, ou pelo menos desacelerar, o sentido orquestrado pela macro finança global, em conluio com estados corruptos de países subdesenvolvidos e com estados falidos de países desenvolvidos. E fizeram-no bem. A eficácia das ONG globais melhorou com a sua profissionalização e com a aposta ganha na promoção da cidadania ativa. Hoje, as maiores ONG do mundo são forças de poder, também financeiro mas sobretudo mediático, capazes de desafiar e enfrentar corporações e estados. Com ordens de grandeza de milhões de cidadãos subscritores e de milhares de milhões de euros de orçamento anual, são hoje talvez a última fonte de esperança de que o mundo venha a ser um dia um lugar vocacionado para quem o habita: os cidadãos.

 

Luís Lucas, Diretor do Departamento de Ambiente.

19ª Campanha de Reciclagem de Radiografias arranca amanhã

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A AMI lança amanhã, 11 de Novembro, a 19ª Campanha de Reciclagem de Radiografias. Até ao dia 2 de Dezembro, vai ser possível entregar nas farmácias do país, as radiografias com mais de cinco anos ou sem valor de diagnóstico.

As radiografias serão posteriormente recicladas, evitando-se assim o seu envio para o lixo. A venda da prata extraída permitirá à AMI gerar financiamento para fazer face ao constante aumento dos pedidos de apoio social.

Este projeto permite angariar fundos equivalentes ao financiamento de um centro social da AMI para apoio aos mais desfavorecidos. No ano passado, foi possível duplicar este valor graças à entrega de radiografias por parte de hospitais e centros de saúde de todo o país.

Este ano, a AMI volta a apostar nesta iniciativa como uma das suas fontes de angariação estratégicas, demonstrando que, independentemente das dificuldades financeiras de cada um, todos podem contribuir sem custo.

Projeto Ecoética da AMI aposta na reflorestação

Amanhã, dia 23 de novembro, celebra-se o Dia da Floresta Autóctone, estabelecido para promover a importância da conservação das florestas nativas do Sul da Europa.

 

Ardem anualmente, em Portugal, cerca de 100 mil hectares de floresta. Volvida a época de incêndios as florestas portuguesas são esquecidas.

Para quebrar este ciclo, a AMI desenvolve através do projeto Ecoética ações de reflorestação em todo o território nacional, utilizando espécies autóctones mais resistentes ao fogo.

 

Esta iniciativa reabilita terrenos devolutos, ardidos ou degradados, localizados em todo o território nacional, em parceria com associações florestais e câmaras municipais e com o financiamento e envolvimento de empresas e de cidadãos, através da plantação de árvores autóctones e da promoção de ações de conservação diversas. Através da Ecoética já foram intervencionados 108.370 m2 de terrenos florestais.

 

O foco conservacionista do projeto incide essencialmente sobre as espécies arbóreas autóctones portuguesas e habitats associados. A participação das empresas e dos cidadãos é concretizada através do financiamento das intervenções florestais a partir de 0,50 €/m2. Os participantes recebem um certificado de participação, em que constam as coordenadas geográficas do terreno atribuído.

18ª Campanha de Reciclagem de Radiografias da AMI começa amanhã

 

A AMI lança amanhã, terça-feira dia 10 de Setembro, mais uma Campanha de Reciclagem de Radiografias. Até ao dia 8 de Outubro, vai ser possível entregar nas farmácias do país, as radiografias com mais de cinco anos ou sem valor de diagnóstico.

 

As radiografias serão posteriormente recicladas, evitando-se assim o seu envio para o lixo. A venda da prata extraída permitirá à AMI gerar financiamento para fazer face ao constante aumento dos pedidos de apoio social.

 

Há 17 anos que este projeto permite angariar fundos equivalentes ao financiamento de um centro social da AMI para apoio aos mais desfavorecidos. No ano passado, foi possível duplicar este valor graças à entrega de radiografias por parte de hospitais e centros de saúde de todo o país.

 

Este ano, a AMI volta a apostar neste projeto como uma das suas fontes de angariação estratégicas, demonstrando que, independentemente das dificuldades financeiras de cada um, todos podem contribuir sem custo.

Como transformar um problema numa solução

Um litro de óleo alimentar pode contaminar milhares de litros de água. No entanto, após reciclagem, os óleos alimentares usados podem ser transformados em biodiesel, fornecendo uma alternativa ecológica aos combustíveis fósseis e contribuindo ainda para reduzir as emissões de CO2. Com a vantagem adicional de, ao contrário do que por vezes acontece com o biodiesel de produção agrícola, esta forma de produção não implica a desflorestação ou a afetação de terrenos, nem concorre com o mercado da alimentação.

 

Desta forma, a AMI transforma um problema numa solução, angariando ainda fundos para os seus projetos sociais. Através da transformação destes óleos em biodiesel, os mais de 300 mil litros recolhidos ao longo do último ano, resultaram num financiamento de 15.000€, valor aplicado nos projetos sociais da AMI em Portugal e corresponde ao necessário para apoiar 10 jovens no projeto de prevenção da exclusão social.

 

Este projeto engloba a recolha em restaurantes, cantinas, hotéis, escolas, juntas de freguesia e empresas, que aderem contactando diretamente a instituição. A recolha pública de óleos alimentares usados também é possível nos municípios de Sintra e da Amadora, que se disponibilizaram para a colocação de oleões de rua.

17ª Campanha de Reciclagem de Radiografias da AMI arranca terça-feira



A AMI lança, na próxima terça-feira dia 18 de Setembro, mais uma Campanha de Reciclagem de Radiografias. Até ao dia 9 de Outubro, vai ser possível entregar nas farmácias e parafarmácias do país, as radiografias com mais de cinco anos ou sem valor de diagnóstico. 

As radiografias serão posteriormente recicladas, evitando-se assim o seu envio para o lixo. A venda da prata extraída permitirá à AMI gerar financiamento para fazer face ao constante aumento dos pedidos de apoio social. 

Há 16 anos que este projecto permite angariar fundos equivalentes ao financiamento de um centro social da AMI para apoio aos mais desfavorecidos. No ano passado, foi possível duplicar este valor graças à entrega de radiografias por parte de hospitais e centros de saúde de todo o país.

A AMI não ficou por aqui e decidiu este ano exportar este projecto para Espanha, onde também já se encontra a recolher radiografias nos Hospitais e Centros de Saúde. 

Este ano, a AMI aposta neste projecto como uma das suas fontes de angariação estratégicas, demonstrando que, independentemente das dificuldades financeiras de cada um, todos podem contribuir sem custo.

AMI na conferência Rio+20

Partiu hoje para o Brasil o Presidente da Fundação AMI, Fernando Nobre, acompanhado pelo director do Departamento de Ambiente, com o objectivo de participar na conferência Rio+20 e em alguns eventos paralelos que estão já a decorrer.

 

A AMI tem acompanhado de perto e participado activamente nas conferências e cimeiras mundiais organizadas pela ONU, tendo o seu Presidente, inclusivamente, estado presente em 1992, na Cimeira da Terra, que teve como principal resultado a adopção de uma nova visão para o desenvolvimento – o desenvolvimento sustentável. A AMI criou, assim, a sua vertente ambiental em 2004, alargando os três pilares em que assentava a sua acção (assistência médica, acção social e alertar consciências) a um quarto: o ambiente.

 

O lema da AMI “Por uma Acção Humanitária Global” traduz, precisamente, essa visão global do desenvolvimento humano, cada vez mais premente, que irá ser debatida até ao dia 22 de Junho, no Rio de Janeiro. E se é um facto que, na maior parte do planeta, as pessoas vivem hoje melhor do que há 20 anos, as assimetrias e desigualdades têm-se agravado e o mundo natural que sustenta essa prosperidade continua a ser muito maltratado.

 

A conferência terá como temas centrais, a economia com preocupações ambientais no contexto da erradicação da pobreza e o enquadramento institucional para o desenvolvimento sustentado. Paralelamente, serão sete as áreas prioritárias de discussão e trabalho: Emprego, Energia,
Cidades sustentáveis, Segurança Alimentar e agricultura sustentável, Água, Oceanos e Resposta a desastres.

 

Centenas de chefes de Estado e líderes das principais instituições públicas e privadas de todo o mundo irão reflectir em conjunto sobre os novos caminhos para um planeta mais sustentável e no final dos trabalhos será apresentado um documento oficial.