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AMI - Age, Muda, Integra

Termos de Referência Chefe de Missão – Guiné-Bissau

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DESCRIÇÃO:

A AMI é uma Organização Não Governamental portuguesa, privada, independente, apolítica e sem fins lucrativos. Desde a sua fundação, a 5 de Dezembro de 1984, a AMI assumiu-se como uma organização humanitária inovadora em Portugal, destinada a intervir rapidamente em situações de crise e emergência e a combater o subdesenvolvimento, a fome, a pobreza, a exclusão social e as sequelas de guerra em qualquer parte do Mundo.

 

O/A candidato/a selecionado/a irá integrar a Missão da Fundação AMI na Guiné-Bissau, sedeada na Região de Quinara.

 

O projeto “Intervenções de Alto Impacto: Saúde Comunitária em Quinara 2014-2016” teve início em maio de 2014 e decorrerá até julho de 2016. Tem como objetivo geral “Contribuir para a disponibilidade de serviços de saúde de proximidade às grávidas e crianças menores de 5 anos da Região Sanitária de Quinara”.

 

OBJECTIVOS DO POSTO DE TRABALHO:

O Chefe de Missão é o principal representante da AMI no país.

Deverá, por isso, coordenar a missão da AMI na Guiné-Bissau (Regiões de Quinara e Bolama), ao nível da gestão das equipas, recursos e contactos, bem como, garantir a implementação e seguimento do projeto “Intervenções de Alto Impacto: Saúde Comunitária em Quinara 2014-2017”, gerindo a parceria com a entidade co-financiadora (UNICEF) no terreno.

Deverá, também, apoiar e supervisionar eventuais projetos que sejam implementados na Região Sanitária de Bolama.

Deverá, ainda, propor estratégias de atuação futuras da AMI ao nível da saúde, elaborar e/ou apresentar projetos a financiamento e trabalhar em estreita articulação com o desk responsável, na sede, pela Guiné-Bissau.

 

Funções e responsabilidades:

1 – Ao nível da Chefia de Missão:

  • Representação da AMI (reuniões com outras entidades sempre que necessário);
  • Gestão das parcerias existentes e desenvolvimento de novas parcerias;
  • Exploração de novas linhas de financiamento e financiadores;
  • Supervisão das equipas e projetos da AMI nas Regiões Sanitárias de Quinara e Bolama;
  • Gestão da equipa expatriada (Quinara e Bolama):

  - Execução dos procedimentos oficiais para a entrada, permanência e saída do país;

  - Apoio e gestão da integração na missão e na equipa expatriada;

  - Apresentação de novos elementos a organizações e outros interlocutores;

  - Supervisão do cumprimento de procedimentos internos;

  • Gestão da equipa local (Quinara e Bolama):

  - Selecção e contratação;

  - Supervisão das tarefas a realizar.

  • Gestão logística dos recursos da AMI (casas, veículos, bens de missão);
  • Gestão financeira e contabilidade da missão;
  • Elaboração de relatórios e documentos internos destinados à sede da AMI em Lisboa;
  • Manutenção de um contacto regular com a sede que inclui a produção de relatórios internos periódicos;
  • Outras tarefas pontuais.

 

2 – Ao nível da gestão do projecto de saúde comunitária na Região Sanitária de Quinara:

  • Implementação de algumas das atividades do projeto;
  • Supervisão e apoio na implementação das restantes actividades do projeto;
  • Capacitação de parceiros locais na área da gestão;
  • Monitoria e avaliação;
  • Gestão administrativa, financeira e logística;
  • Elaboração de relatórios para financiadores nacionais e internacionais;
  • Participação em grupos de trabalho relacionados coma área de saúde comunitária no país.

 

PERFIL PRETENDIDO:

Requisitos obrigatórios:

  • Formação superior na área das ciências sociais ou saúde e/ou experiência profissional na área da Cooperação para o Desenvolvimento;
  • Experiência comprovada em gestão de ciclo de projetos de Cooperação para o Desenvolvimento;
  • Experiência de trabalho/voluntariado em países em desenvolvimento;
  • Capacidade de representação institucional;
  • Domínio de ferramentas Office;
  • Capacidade de integração em ambiente multidisciplinar e gestão de equipas;
  • Capacidade de adaptação a contextos isolados e condições adversas;
  • Espírito de trabalho em equipa.

 

Requisitos preferenciais:

  • Experiência prévia na Guiné-Bissau;
  • Experiência / conhecimento prévio da Saúde Comunitária na Guiné-Bissau;
  • Experiência em capacitação de parceiros locais.

 

CONDIÇÕES:

  • Duração: 6 meses, eventualmente renovável.
  • Local de trabalho: Guiné-Bissau, região sanitária de Quinara, cidade de Buba (base da missão), com deslocações à Ilha de Bolama e Bissau.
  • Condições oferecidas: Pacote de benefícios tabelado, que inclui mensalmente: ajudas de custo, subsídio de coordenação, subsídio de alimentação. É também disponibilizado alojamento e seguro internacional durante todo o período em missão. A Fundação AMI assegura também a viagem de início e fim da missão.

 

PROCESSO DE SELECÇÃO

Os interessados deverão enviar o mais brevemente possível um e-mail de candidatura, anexando o seu currículo vitae e carta de motivação para: Fundação AMI/Ângela Pedroso: angela.pedroso@ami.org.pt

Os candidatos seleccionados na primeira fase serão convidados a realizar uma entrevista na sede.

Por motivos de urgência a vaga será preenchida assim que se encontrar o perfil adequado.

Após ser selecionado, o voluntário deverá partir para o terreno o mais rapidamente possível (mês de março 2016).

Guiné-Bissau: AMI amplia escola primária

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A AMI está a ampliar a escola primária em Wato, na Guiné-Bissau. O estabelecimento de ensino erguido pela AMI em 2009 está a crescer, conhecendo mais duas salas de aula com capacidade para acolher diariamente uma centena de crianças. A escola que recebe alunos do 1º ao 6º ano verá estes trabalhos de ampliação concluídos no final deste mês.

 

Este projeto de promoção da educação conta com o financiamento do torneio de golfe solidário a realizar-se no dia 28 de março no Vidago Palace Hotel, da Aventura Solidária AMI , que parte para a Guiné-Bissau no dia 24 de abril, e ainda da empresa portuguesa Origama.

 

Pode colaborar e financiar as obras nesta escola através da plataforma donativo.ami.org.pt

 

Naufrágio em Bissau

Ontem na Guiné-Bissau o marão virou uma canoa pública na travessia Bolama Bissau. Mara Lopes, Chefe de Missão da AMI, e Francisco Antunes, Estagiário Finalista de Medicina, que viajavam na mesma conseguiram felizmente nadar e pôr-se a salvo. Muitos outros infelizmente perderam a vida. Bolama está de luto e a AMI une-se à dor de todos os que perderam familiares e amigos.

Presente na Guiné Bissau desde 1987, em Bolama a AMI tem um projecto de desenvolvimento há mais de dez anos, ao abrigo do qual presta assistência a nível da saúde na região sanitária de Bolama/Bijagós e ainda conta com projectos ao nível de segurança alimentar e dinamização da sociedade local.

AMI reforça equipa na Guiné-Bissau

A AMI reforça, a partir de hoje, a equipa que está na Guiné-Bissau desde o passado dia 28 a combater o surto de cólera declarado no início do mês Outubro.

Com a ida de mais uma médica, a equipa da AMI reforça o seu trabalho no Centro de Tratamento de Cólera no Hospital Simão Mendes, em Bissau.

Até ao início desta semana, foram já identificados 1704 casos de cólera (13 dos quais resultaram em morte).

Equipa de emergência da AMI parte Domingo para a Guiné-Bissau

Em resposta à solicitação da Direcção-Geral de Prevenção e Promoção da Saúde da Guiné-Bissau que está confrontada com um surto de diarreias, parte neste Domingo para Bissau uma equipa de 4 elementos da AMI, liderada pelo seu presidente, Dr. Fernando Nobre, que se juntará aos 3 elementos da missão permanente que a AMI tem neste país.

Até à data, foram detectados 1025 casos (9 dos quais resultaram em morte) tendo alguns deles, revelado resultado positivo nos testes laboratoriais ao Vibrião cólera. Relembre-se que em 2008, uma situação semelhante foi responsável por mais de 14.000 casos clínicos e 225 mortes.

Segundo a OMS e as autoridades guineenses, este surto incide sobretudo na região de Bissau, tendo sido pedido à equipa da AMI que actuasse no Hospital Simão Mendes, o principal do país.

Para esta intervenção prevista para três meses e com custos estimados em cerca de 300 mil euros, foi solicitado co-financiamento à Ajuda Humanitária e Protecção Civil da União Europeia (ECHO) e ao Camões - Instituto da Cooperação e da Língua.

Guiné-Bissau: uma crise esquecida

O Presidente da AMI, Dr. Fernando Nobre, regressa Sábado, dia 29 da Guiné-Bissau para onde partiu em missão no passado dia 21 de Setembro.

A AMI está presente na Guiné-Bissau desde 1987, onde implementou a sua primeira missão de assistência médica no Boé. Em 1998, avançou para o terreno com uma missão de emergência, na sequência do levantamento da junta militar, encabeçada pelo Brigadeiro Ansumane Mané, contra as tropas governamentais de Nino Vieira.

Actualmente, a AMI desenvolve 3 projectos no quadro da sua missão de desenvolvimento na Região Sanitária de Bolama, região que graças à presença da AMI há 12 anos consecutivos, é a que apresenta dos melhores indicadores de saúde do país.

De salientar que a missão que a AMI desenvolve na Guiné-Bissau não beneficia de qualquer financiamento público.

Recorde-se que a Guiné-Bissau atravessa actualmente um dos momentos mais críticos da sua história, com graves perturbações sócio-económicas e de estabilidade política. Os funcionários públicos não são pagos há 4 meses, sendo que o ensino público nem sequer iniciou o ano lectivo devido a uma greve de professores.

AMI reforça equipa na Guiné-Bissau

A Fundação AMI envia, amanhã, mais dois elementos para a Guiné-Bissau com o objectivo de reforçar a equipa presente na Região Sanitária de Bolama e preparar uma eventual intervenção de emergência, caso a situação a tal obrigue.

 

A equipa parte amanhã às 22h10 de Lisboa e é liderada pelo administrador e director do departamento de Logística, José Luís Nobre que possui um profundo conhecimento da Guiné-Bissau e uma longa experiência de acções humanitárias, nomeadamente em cenários de guerra e conflito armado; o outro elemento, enfermeiro Ivo Saruga, director-adjunto para a Área de Emergência do departamento Internacional, participou na missão de emergência da AMI no Sri Lanka, onde permaneceu durante um ano e mais recentemente na missão no Haiti como coordenador. Irão juntar-se aos quatro elementos expatriados já no terreno: uma médica, um logístico, uma técnica de desenvolvimento e uma coordenadora de missão.

A equipa irá manter contactos no terreno com outros actores e instituições locais e com a Organização Mundial de Saúde que lidera a coordenação na área da saúde, em situações de crise.

 

A AMI está presente na Guiné-Bissau desde 1987, onde implementou a sua primeira missão de assistência médica no Boé. Em 1998, avançou para o terreno com uma missão de emergência, na sequência do levantamento da junta militar, encabeçada pelo Brigadeiro Ansumane Mané, contra as tropas governamentais de Nino Vieira.

 

Desde 2000, a AMI mantém uma missão de desenvolvimento na Região Sanitária de Bolama, cujas actividades estão parcialmente suspensas devido à impossibilidade de circulação de e para a capital.