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AMI - Age, Muda, Integra

Catarina Gomes (Público) e Pedro Miguel Costa (SIC) ganham 17º Prémio Jornalismo Contra a Indiferença

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Os vencedores do 17º Prémio Jornalismo Contra a Indiferença 2014 são Catarina Gomes (Público) com os trabalhos “Perdeu-se o Pai de José Carlos” e “Infância de Vitrine” e Pedro Miguel Costa (SIC) com a reportagem “Faz de Conta que é uma casa” .

 

O júri atribuiu ainda menções honrosas a Miriam Alves (SIC) com o trabalho “O Labirinto de Soraia”, a Ricardo J. Rodrigues (Notícias Magazine) com a reportagem “Trabalhos Forçados” e, finalmente, Sílvia Caneco (Jornal i) pelos trabalhos “Carolina, 15 anos, voltou a ser vítima de abusos"; "Bloggers querem ajudar Carolina a ter uma casa nova", "Carolina, duas vezes vítima de abusos, tem finalmente uma casa nova" e “Ministério da Educação reabre investigação à antiga escola de Carolina".

 

Os prémios foram atribuídos, ontem, dia 21 de Abril, na Escola Superior de Comunicação Social, em Lisboa, no encerramento do Colóquio AMI Jornalismo Contra Indiferença.

 

Para o júri a reportagem “Perdeu-se o pai de José Carlos” chama a atenção para a questão do Alzeihmer, focando o drama do cuidador e as falhas do sistema. Um tema ao qual ninguém pode ficar indiferente, ainda mais numa sociedade com um envelhecimento acelerado. Já “Infância de Vitrine” revela uma história do nosso passado que faz pensar no presente e no perigo da estigmatização das doenças.

 

Para o júri a reportagem “Faz de conta que é uma casa” , mereceu também o primeiro prémio por ser um retrato perfeito dos nossos dias. Um condomínio de luxo que a crise deixou em tijolos e serve hoje de casa a quem a falência da construção civil deixou sem trabalho. Um teto com vista para a autoestrada da indiferença.

 

Relativamente às menções honrosas, o júri premiou “O Labirinto de Soraia” pela importância do tema, a saúde mental na infância, e pela qualidade da abordagem, nomeadamente da imagem. A nível europeu, Portugal é um dos países que mais sofre esta realidade e a inexistência de respostas. Já a peça “Trabalhos Forçados” chama a atenção para o drama dos idosos. Este não é, de facto, um país para velhos. Numa sociedade envelhecida e em crise, faltam respostas para a pobreza na terceira idade. Cada vez mais o sustento dos filhos que o desemprego faz regressar a casa. Finalmente, o conjunto de trabalhos que retrata um caso de violência juvenil do abuso sexual e a falta de resposta da escola e da sociedade. Estas reportagens tiveram o mérito de despertar consciências, conseguindo soluções. Mostram que, por vezes, o jornalismo ainda consegue fazer a diferença.

 

O 17º Prémio AMI Jornalismo contra a Indiferença teve como convidado especial António Perez Metelo e como júri, o presidente da AMI, Fernando Nobre; os vencedores da edição anterior, Ana Sofia Fonseca (SIC) e Rita Colaço (Antena 1); a amiga da AMI, Paula Sarmento; e ainda Maria José Mata, pela Escola Superior de Comunicação Social.

 

Ao longo dos últimos 16 anos, a AMI recebeu 808 trabalhos elaborados por 522 profissionais de comunicação social.

Ana Sofia Fonseca (SIC) e Rita Colaço (Antena 1) dividem 1º Prémio

Já são conhecidos os vencedores da 16ª edição do Prémio AMI – Jornalismo Contra a Indiferença. São eles Ana Sofia Fonseca (SIC), com o trabalho “Tráfico de Pessoas: Os Novos Escravos” e Rita Colaço (Antena 1) com a reportagem “Os Filhos da Síria”.

 

A peça da jornalista da SIC, que contou com imagem de Paulo Cepa e edição de Luís Gonçalves, destacou-se pela riqueza do trabalho de investigação, pelos testemunhos pessoais variados e difíceis que conferem uma visão holística e uma imagem ímpar sobre este drama e pelo facto de agarrar a nossa atenção desde o primeiro minuto.

 

Já a reportagem de Rita Colaço impressionou o júri pela capacidade de nos colocar, pelo som e impacto dos testemunhos recolhidos, dentro de um drama às portas da Europa que continua a espalhar sofrimento.

 

O Júri do Prémio AMI – Jornalismo Contra a Indiferença, constituído pelos jornalistas vencedores do 1º Prémio da 15ª Edição, por uma Amiga da AMI e pelo Presidente da instituição, decidiu também distinguir com menções honrosas o trabalho ”Cemitério de Sonhos” da jornalista Rita Ramos (RTP), uma reportagem que aborda o que será, muito provavelmente, o maior desafio da Europa: a desadequação das políticas da UE aos fenómenos migratórios. Premiados foram também os trabalhos“SOS na Zona Pobre” de Paulo Moura (Público) e “Os Filhos do Vento: Em Busca do Pai Tuga” da jornalista Catarina Gomes, igualmente do jornal Público. A peça de Paulo Moura mostra-nos o labirinto da pobreza e o como é difícil quebrar o ciclo de miséria que tende a perpetuar-se de geração em geração. Finalmente, o trabalho de Catarina Gomes impressiona pela originalidade da sua abordagem e humanidade e sensibilidade e como quebra um tabu que permanece 40 anos depois do fim da Guerra Colonial.

 

A cerimónia de entrega dos prémios, presidida pelo jornalista José Manuel Barata-Feyo está marcada para amanhã, dia 15 de julho, às 11h00, no Auditório Microsoft (Parque das Nações).

 

Os jornalistas vencedores dividirão o montante de 15 mil euros, valor do 1º Prémio patrocinado pelo Banco BES. Todos os premiados receberão uma peça da autoria do escultor João Cutileiro e um diploma alusivo ao galardão.

Candidaturas abertas ao Prémio AMI – Jornalismo Contra a Indiferença

As candidaturas para a 16ª edição do Prémio AMI – Jornalismo Contra a Indiferença 2013 encontram-se oficialmente abertas, terminando a 28 de Fevereiro o prazo para apresentação dos trabalhos.

Este prémio destina-se a destacar um trabalho jornalístico que, pela sua excecional qualidade, represente um testemunho e uma contribuição válida para que a indiferença dos poderes de opinião pública não permitam cobrir com um manto de silêncio situações intoleráveis, do ponto de vista humano, social, económico ou outro, em qualquer parte do mundo.

Podem concorrer a este prémio trabalhos jornalísticos de imprensa escrita, online, televisão, rádio e foto-reportagem cuja primeira publicação tenha tido lugar num órgão de comunicação social português durante o ano de 2013. Os trabalhos a concurso devem ser acompanhados de seis cópias ou reproduções, dados profissionais referentes ao seu autor e declaração do órgão de comunicação onde tenham sido publicados, comprovando a veracidade dos elementos referentes à publicação e data dos mesmos. O regulamento pode ser consultado no sítio da AMI na internet em www.ami.org.pt.

A 16ª edição do Prémio terá como júri os vencedores do ano passado, um representante da Fundação AMI, bem como um Amigo da AMI, detendo o representante da Fundação AMI, voto de qualidade. O júri poderá decidir pela não atribuição do Prémio, se entender que nenhuma das candidaturas o merece, ou decidir atribuí-lo “ex aequo” a mais do que um trabalho ou ainda decidir a atribuição de menções honrosas. Os resultados serão conhecidos no primeiro semestre de 2014.

14ª edição do Prémio AMI - Jornalismo Contra a Indiferença

“Nas Asas do Desejo”, de Alexandra Borges (TVI) e “Os Novos Portugueses”, de Susana Moreira Marques (Público) são os trabalhos vencedores da
14ª edição do Prémio AMI - Jornalismo Contra a Indiferença.

 

A grande reportagem de Alexandra Borges com imagem de João Franco, edição de Miguel Freitas e grafismo de Ricardo Rodrigues aborda o direito à sexualidade na deficiência, enquanto o trabalho de Susana Moreira Marques apresenta um retrato da multiculturalidade da segunda geração de imigrantes em Portugal.

 

O Júri do Prémio AMI – Jornalismo Contra a Indiferença, constituído pelos jornalistas vencedores do 1º Prémio da 13ª Edição, Ricardo Duarte (TSF) e Cristina Boavida (SIC),  a médica da AMI, Helena Alves Pereira e o Presidente da Fundação AMI, Fernando Nobre, decidiu também distinguir com
menções honrosas os trabalhos “Da Minha Ilha Não se Vê o Mar”, de Carlos Rico (SIC) com imagem de José Caldelas, edição de António Soares e grafismo de Isabel Cruz; “Vermelho da Cor do Céu”, de Ana Catarina Santos (TSF), com sonoplastia de Luís Borges, e finalmente, “Os Novos, os Velhos, os Problemas Deles e uma Boa Ideia”, de Miriam Alves (SIC), imagem de José Eduardo Zuzarte, edição de Ricardo Tenreiro e grafismo de Patrícia Reis.

 

A cerimónia de entrega dos prémios, presidida pelo Dr. Paulo Morais, está marcada para a próxima quarta-feira, dia 6 de Junho, às 15h00, no SANA Lisboa Hotel (Av. Fontes Pereira de Melo, 8).

 

As duas jornalistas vencedoras dividirão o montante de 15 mil euros, valor do 1º Prémio patrocinado pelo Banco BES. Os cinco jornalistas premiados receberão uma peça da autoria do escultor João Cutileiro e um diploma alusivo ao galardão.

Candidaturas ao Prémio AMI – Jornalismo Contra a Indiferença terminam dia 29 de Fevereiro

O prazo para apresentação das candidaturas ao Prémio AMI – Jornalismo Contra a Indiferença 2012 termina no dia 29 de Fevereiro. O prémio da 14ª edição consiste numa peça de escultura da autoria de João Cutileiro e num montante pecuniário de 15.000 € oferecido pelo patrocinador, o Banco Espírito Santo.  

 

Recordamos que são aceites a concurso peças jornalísticas divulgadas ao longo de 2011. Os trabalhos deverão ser enviados para a Sede da AMI, em Marvila, indicando Prémio AMI – Jornalismo Contra a Indiferença, devendo ser acompanhadas de seis cópias ou reproduções, dados profissionais referentes ao seu autor e declaração do órgão de comunicação onde o trabalho tenha sido publicado, comprovando a veracidade dos elementos referentes à publicação e data do mesmo.

 

A 14ª edição do Prémio terá como júri os vencedores do Prémio do ano passado, um representante do Grupo BES, um representante da Fundação AMI bem como um Amigo da AMI, detendo o representante da Fundação AMI, voto de qualidade. O júri poderá decidir pela não atribuição do Prémio, se entender que nenhuma das candidaturas o merece, ou decidir atribuí-lo “ex aequo” a mais do que um trabalho ou ainda decidir a atribuição de menções honrosas. Os resultados do concurso serão conhecidos no primeiro semestre de 2012.

 

Aos órgãos de comunicação social, a AMI renova o pedido de divulgação desta iniciativa junto dos seus colaboradores e do público em geral. Mais informações sobre o Prémio AMI – Jornalismo Contra a Indiferença e sobre a AMI estão disponíveis em www.ami.org.pt

Candidaturas abertas ao 14º Prémio AMI – Jornalismo Contra a Indiferença

O Prémio AMI – Jornalismo Contra a Indiferença 2012 encontra-se oficialmente aberto, terminando o prazo para apresentação das candidaturas no próximo dia 29 de Fevereiro.

 

Este prémio destina-se a destacar um trabalho jornalístico que, pela sua excepcional qualidade, represente um testemunho e uma contribuição válida para que a indiferença dos poderes de opinião pública não permitam cobrir com um manto de silêncio situações intoleráveis, do ponto de vista humano, social, económico ou outro, em qualquer parte do mundo.

 

Podem concorrer a este prémio trabalhos jornalísticos referentes a imprensa escrita, online, televisão, rádio e foto-reportagem cuja primeira publicação tenha tido lugar num órgão de comunicação social português durante o ano de 2011.

 

Os trabalhos a concurso devem ser acompanhados de seis cópias ou reproduções dos trabalhos, dados profissionais referentes ao seu autor e declaração do órgão de comunicação onde tenham sido publicados, comprovando a veracidade dos elementos referentes à publicação e data dos mesmos.

 

O regulamento pode ser consultado no site da AMI em www.ami.org.pt.

 

 

Já são conhecidos os vencedores da 13ª edição do Prémio AMI - Jornalismo Contra a Indiferença

 

 

Ricardo Duarte (TSF) e Cristina Boavida (SIC), são os autores das peças vencedoras da 13ª edição do Prémio AMI- Jornalismo Contra a Indiferença. “Mortos sem Ninguém” e “A Lucidez da Loucura” , respectivamente, são o nome dos trabalhos mais apreciados pelo Júri.

O mesmo Júri decidiu também distinguir com menções honrosas, os trabalhos “O Tempo dos Ciganos”, de Sofia Arede (SIC), “Prontos a Servir”, de Elisabete Barata (TVI) e “Rua, a Nossa Casa”, de Rosário Salgueiro (RTP).   

A cerimónia de entrega dos prémios está marcada para as 15h30 do próximo dia 28 de Junho, no Hotel Ritz em Lisboa. Os vencedores dividirão os 15 mil euros, montante oferecido pelo patrocinador do Prémio, o Banco BES. Todos os premiados receberão uma peça da autoria do escultor João Cutileiro e um diploma alusivo ao galardão.

 

 

 

12º Prémio AMI - Jornalismo Contra a Indiferença entregue hoje em Lisboa

 

A cerimónia de entrega do 12º Prémio AMI – Jornalismo Contra a Indiferença realiza-se hoje, terça-feira dia 29, às 15h00, no Auditório do Metro do Alto dos Moinhos. O galardão será entregue pelo Dr. Augusto Athayde, presidente do Conselho de Administração do BES/Açores. O evento contará ainda com a presença do Dr. Fernando Nobre, presidente e fundador da AMI.

 

A jornalista da SIC, Cândida Pinto, foi a vencedora desta edição do Prémio, com a reportagem “Eu e os Meus Irmãos”. O trabalho, com imagem de Jorge Pelicano e edição de Ricardo Tenreiro, aborda a problemática da SIDA em Moçambique através do dia-a-dia de crianças que perderam os pais devido a esta doença. Calcula-se que só neste país, existam cerca de 600 mil crianças órfãs, vítimas desta tragédia.

 

Outros quatro trabalhos foram distinguidos com menções honrosas. Guilhermina Sousa, da TSF, pela peça “À Mesa com a Crise”; Micael Pereira, do Expresso, pelo conjunto de reportagens intitulado “Afeganistão - Uma Guerra Cada Vez mais Nossa”; Miriam Alves, da SIC, com o trabalho “A Palavra Autismo Não Quer Dizer Nada” e finalmente Rita Colaço, da Antena 1, com “Uganda – Os Três Mosqueteiros de Bulenga.

 

O júri desta edição foi constituído pelos vencedores do ano passado, Ana Catarina Santos (TSF) e Maria Joana Ramalhão (RTP); o representante do Grupo BES (patrocinador), Dr. Augusto Athayde, o presidente da Fundação AMI e do Júri, Dr. Fernando Nobre e ainda um Amigo da AMI, D. Maria Celeste Fonseca.

 

O Prémio AMI – Jornalismo Contra a Indiferença destina-se a destacar os trabalhos jornalísticos que, pela sua excepcional qualidade, representem um testemunho e uma contribuição válida para que a indiferença não permita cobrir com um manto de silêncio situações intoleráveis, do ponto de vista humano, social, económico ou outro, em qualquer parte do mundo.

 

O valor do prémio a atribuir ao vencedor é de 15 mil euros, montante oferecido pelo patrocinador. Todos os premiados receberão uma peça de escultura da autoria do escultor João Cutileiro e um diploma alusivo ao galardão.

Cândida Pinto vence Prémio AMI - Jornalismo Contra a Indiferença

A jornalista da SIC, Cândida Pinto é a vencedora da 12ª Edição do Prémio AMI Jornalismo Contra a Indiferença com a reportagem “Eu e os Meus Irmãos”. O trabalho documental com imagem de Jorge Pelicano e edição de Ricardo Tenreiro aborda a problemática dos órfãos de SIDA em Moçambique, um drama que afecta cerca de 600 mil crianças só neste país africano.

 

Destaque ainda para quatro menções honrosas. Guilhermina Sousa, da TSF, pelo registo “À Mesa com a Crise”; Micael Pereira, do Expresso, pelo conjunto de reportagens intitulado “Afeganistão - Uma Guerra Cada Vez mais Nossa”; Miriam Alves, da SIC, com a peça “A Palavra Autismo Não Quer Dizer Nada” e finalmente Rita Colaço, da Antena 1, com “Uganda – Os Três Mosqueteiros de Bulenga.

 

A atribuição do 12ª Prémio AMI Jornalismo Contra a Indiferença, no valor de 15 mil euros, está marcada para o próximo dia 29 de Junho, às 15h00, no Auditório do Metro do Alto dos Moinhos. O prémio será entregue pelo Dr. Augusto Ataíde, presidente do Conselho de Administração do BES/Açores. O júri desta edição foi constituído pelos vencedores do ano passado, Ana Catarina Santos/TSF e Maria Joana Ramalhão/RTP; o representante do Grupo BES (patrocinador), Dr. Augusto Ataíde; o presidente da Fundação AMI e do Júri, Dr. Fernando Nobre; e ainda um Amigo da AMI, D. Maria Celeste Fonseca.

 

O Prémio AMI – Jornalismo Contra a Indiferença destina-se a destacar um trabalho jornalístico que, pela sua excepcional qualidade, represente um testemunho e uma contribuição válida para que a indiferença dos poderes de opinião pública não permitam cobrir com um manto de silêncio situações intoleráveis, do ponto de vista humano, social, económico ou outro, em qualquer parte do mundo.

 

Veja aqui o documentário: