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AMI - Age, Muda, Integra

AMI celebra três décadas

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Criada a 5 de dezembro de 1984 por Fernando Nobre, a AMI celebra esta sexta-feira trinta anos. E fá-lo-á, mais do que mostrando o seu histórico de atividades em Portugal e no Mundo, apontando caminhos para o futuro, num programa muito completo e diversificado que se prolongará até finais de 2015. Estão agendadas para os próximos meses iniciativas que pretendem, por um lado assinalar a data, por outro alertar consciências para “as duas doenças mais graves da humanidade: a intolerância e a indiferença”.

Ao longo do ano, a AMI pretende ainda preparar-se para lançar novos projetos que poderão ir da atribuição de bolsas de estudo, ao empreendedorismo social ou ao apoio de propostas criativas no lançamento de microempresas.

Para o fundador, “pobreza, alterações climáticas, migrações e guerras são os grandes desafios que teremos de enfrentar”.

Em três décadas de existência, a AMI diversificou a sua atuação, impulsionada por uma participação cada vez mais ativa, adaptando-se à evolução da sociedade e procurando uma intervenção coerente e harmoniosa. Foram trinta anos de luta contra a intolerância e contra a indiferença, a acreditar num futuro diferente e melhor. Trinta anos de sonhos, trinta anos de perseverança, de muitos projetos concretizados e muitos por concretizar.

Aquando da sua fundação, o propósito da AMI era claramente, a intervenção a nível internacional e na área da saúde, tendo a sua primeira missão decorrido na Guiné-Bissau, em 1987.

Em 1994, e depois de levar a presença humanitária portuguesa aos quatro cantos do mundo, a AMI decidiu, perante o empobrecimento acentuado de parte da população do Mundo Ocidental, intervir em território nacional e estender a sua atuação à área social, com a abertura do primeiro Centro Porta Amiga.

Com a sua preocupação de independência e sensibilização da sociedade civil, a AMI foi pioneira no desenvolvimento de projetos de sustentabilidade, dos quais se destaca, a Campanha de Reciclagem de Radiografias lançada em 1996. O êxito desta ação dedicada às preocupações ambientais levantadas a nível mundial na Cimeira do Rio em 1992, conduziram ao natural alargamento da sua ação à área ambiental, em 2004. PT200905_027.JPG

Mas este percurso não foi isolado, tendo-se fomentado a criação de parcerias e a participação ativa de voluntários e doadores; com todos eles, foi possível ajudar a construir futuros, influenciar percursos.

 É objetivo da AMI continuar a ser agente de mudança, acreditando que é capaz de juntar vontades. Para isso, está fortemente apostada em apelar a uma sociedade civil ativa, exigente, participativa e justa, capaz de olhar para o Ser Humano como o centro das suas preocupações.

Para Fernando Nobre, “a AMI está empenhada no fortalecimento da cidadania global solidária enquanto pilar fundamental na construção de uma humanidade mais justa, equitativa e pacífica. Falar dos 30 anos da AMI é antes de mais falar de uma utopia. Que seria do nosso mundo sem utopias nem gente solidária, interventiva e corajosa?"

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