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AMI - Age, Muda, Integra

Corno de África: Equipa exploratória da AMI regressa da Etiópia

 

A equipa da AMI a trabalhar na Etiópia regressou a Portugal no passado Sábado, dia 27. Depois de avaliar a situação no terreno, a AMI manifestou às autoridades etíopes disponibilidade para prestar ajuda humanitária à população, aguardando agora a “luz verde” das autoridades locais quanto à proposta apresentada em forma de memoradum de entendimento com definição clara das actividades a desenvolver e o local de intervenção.

 

Recorde-se que perante a crise humanitária no Corno de África, AMI enviou, no passado dia 18, uma equipa em missão exploratória, chefiada pelo presidente Fernando Nobre. O grupo composto por seis elementos (dois médicos, dois técnicos do departamento internacional, um responsável logístico e um de comunicação) visitou os campos de refugiados de Malkadida e Bokolmanyo, em Dollo Ado, no sul da Etiópia, tendo encontrado uma situação de “enorme carência sobretudo em termos de cuidados de saúde primária e formação de agentes de saúde”, segundo Fernando Nobre.

 

A AMI enfrentou ainda alguma resistência burocrática na obtenção de autorizações e acesso aos campos de refugiados geridos pelas autoridades etíopes. Para além da seca e das condições climatéricas da região, a crise político-militar vivida na Somália há mais de duas décadas tem também agravado a crise humanitária e impedido a sua rápida resolução, dentro das fronteiras somalis, nomeadamente, no acesso e segurança das equipas humanitárias.

Corno de África: AMI encontra cenário de “enorme carência”

A equipa da AMI na Etiópia, chefiada pelo presidente Fernando Nobre, está desde o passado fim-de-semana na área de Dollo Ado situada a 10 Km da fronteira somali.  Acompanhada pelas autoridades etíopes e em contacto permanente com o ACNUR (Alto Comissariado da Nações Unidas para os Refugiados), a AMI visitou aos campos de refugiados de Malkadida e Bokolmanyo, localizados a 70 e 90 Km de Dollo Ado respectivamente, onde
encontrou um cenário, segundo Fernando Nobre, “de enorme carência em cuidados primários de saúde, assim como em acções de promoção da saúde e ainda agentes de saúde locais”.

 

No campo de Bokolmanyo, onde entram diariamente entre 100 a 300 refugiados, não existe um único médico. A única ONG a trabalhar no local são os Médicos Sem Fronteiras, dando apoio na área da nutrição.

 

A equipa da AMI deverá chegar amanhã a Addis Ababa, onde estão previstas reuniões com a ARRA ( a autoridade local para a gestão dos campos de refugiados) e com o ACNUR, tendo em vista a obtenção logo que possível de autorização para a fixação de uma equipa da AMI nos campos.

 

Saliente-se que a solução para a situação humanitária vivida no Corno de África, passa pela resolução, por parte da Comunidade Internacional, da crise político-militar vivida na Somália há mais de 20 anos.

 

AMI assinala Dia Mundial da Ajuda Humanitária em Missão de Emergência

 

Mais de meio milhão de trabalhadores humanitários espalhados pelo mundo arriscam diariamente as suas vidas para auxiliar quem necessita de
assistência para sobreviver. Hoje celebra-se o Dia Mundial da Ajuda Humanitária, oportunidade para prestar homenagem a quem dedica a sua vida a ajudar quem mais precisa, colocando muitas vezes em risco a sua própria vida.

 

De acordo com as Nações Unidas, na última década, as condições de trabalho para quem deixa o seu país para ajudar outros seres humanos têm-se tornado cada vez mais perigosas. Os ataques a postos humanitários triplicaram. Cerca de uma centena de trabalhadores humanitários morre todos os
anos, outros tantos são feridos ou raptados.

 

A AMI não pode deixar de prestar homenagem a todos os seus colaboradores, amigos e voluntários que, ao longo de mais de 25 anos, têm dedicado parte da sua vida a restituir esperança aos mais desprotegidos e esquecidos do Mundo.

 

Uma palavra especial para a equipa de 6 elementos actualmente em missão na Etiópia para apoio às vítimas da seca e da fome no Corno de África.

 

 

 

AMI avança com missão humanitária no Corno de África

Tendo em conta o agravamento da crise humanitária no Corno de África - cerca de 12,4 milhões de pessoas estão, neste momento, a sofrer problemas de desnutrição e a necessitar de assistência urgente – e os elementos recolhidos nas possíveis áreas de intervenção, a AMI avança, já na próxima quinta-feira, com destino à Etiópia.
 
Liderada por Fernando Nobre, a equipa da AMI é constituída por seis elementos: dois médicos, dois técnicos do departamento internacional, um responsável logístico e um de comunicação. A missão deverá centrar-se na região de Dollo Ado, no Sul da Etiópia, junto à fronteira com a Somália.
 
O objectivo desta missão exploratória é estabelecer contactos de coordenação com as autoridades locais, organizações internacionais e ONGs presentes no terreno de forma a preparar uma missão humanitária focada na assistência médica à população atingida por este flagelo.